Portfólio

Postado em 29 de outubro de 2012 por Carlos Eduardo Moura

Desde 2010, a Happy Hour Comunicação produz mensalmente o jornal do Sescon Campinas. No mês de setembro, a instituição comemorou três grandes acontecimentos: 9 anos de existência, aquisição da sede própria e a posse da nova diretoria. E para comemorar, lançou uma edição especial de aniversário do jornal.

A edição apresentou conteúdo sobre a história do sindicato, do primeiro presidente, as conquistas e uma cobertura especial do lançamento da nova sede social. Para preparar esse material, a Happy Hour fez um levantamento detalhado do histórico da instituição, conversou com os diretores, presidentes e participou da inauguração da nova sede.

O jornal está com uma diagramação diferenciada dos demais, por ser uma edição histórica de aniversário do Sescon Campinas. Mensalmente, o jornal, que possui 12 páginas, aborda assuntos como gestão pessoal, saúde, direito na contabilidade, artigos e traz dicas de viagens e livros para os associados.

Jornal do Sescon Campinas

Leia as principais matérias na íntegra.

Postado em 13 de abril de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Tivemos o prazer de entrevistar para o jornal do Sescon de abril o economista Ricardo Amorim, da Ricam Consultoria e comentarista do Manhattan Connection (GloboNews, domingos, às 23h).

Como a entrevista ficou bem bacana, publicamos aqui na íntegra o bate-papo. Boa leitura!

(Aliás, jornal do Sescon que é um belo exemplo de marketing de conteúdo.)

Brasil: melhor período da história, porém incapaz de ditar o próprio destino

Quais são as possibilidades de a inflação voltar? O Banco Central agiu de forma correta ao diminuir de uma forma menos agressiva os juros e deixar a inflação correr um pouco mais solta para manter um crescimento maior? Quais as perspectivas do Brasil nos próximos anos?

Ricardo Amorim

Para responder a estar e a outras perguntas, o Boletim Sescon Campinas entrevistou o economista Ricardo Amorim, presidente da Ricam Consultoria (www.ricamconsultoria.com.br) e comentarista do programa Manhattan Connection (GloboNews, domingos às 23h).

Para o economista, o BC deveria ser mais enérgico ao lidar com a inflação. Com relação ao futuro, Amorim afirma que “o cenário externo, ao longo das próximas décadas, nos é tão favorável que nós estamos quase que condenados a dar certo” e que, do ponto de vista da geração de oportunidades, a década será a melhor da história brasileira. Porém faz o alerta: “A gente continua a ser incapaz de ditar o próprio destino”.

Por Carlos Eduardo Moura

É possível crescer com taxas boas e a inflação um pouco acima da meta?

A primeira coisa que temos de fazer é definir o que são taxas boas de crescimento. E aí é preciso olhar por uma perspectiva histórica. O Brasil sustentou, durante 80 anos, do início do século XX até 1979, uma média de crescimento de 7% ao ano.

Aí veio a inflação.

Sim, também. A partir da década de 1980 até 2003, houve duas coisas. Primeiro a aceleração da inflação, até 1994. Depois, crescimento contínuo muito baixo. O crescimento médio durante este período foi de 2,4% ao ano. De 2004 pra cá, o crescimento brasileiro dobrou. E isso com inflação dentro da faixa da meta a maior parte do tempo. Eu acredito que o Brasil tem condições de sustentar crescimento próximo a 5% sem gerar pressões inflacionárias.

Mesmo hoje?

Neste momento específico, isso não é verdade. Não é verdade pelo seguinte: o Brasil está desacelerando de uma taxa de crescimento que foi maior que 5%. Por conseqüência, a gente teve pressão inflacionária, causada pelo crescimento acelerado. Além deste quadro de inflação de demanda, a gente está tendo um impacto de uma inflação de oferta, que se soma à alta dos preços dos alimentos. Hoje, para que a inflação fique na meta, a taxa de crescimento teria de ser menor do que 5%. O governo está fazendo uma opção que é a seguinte: vamos desacelerar mais lentamente, aceitando que a inflação permaneça em níveis mais elevados por um período um pouco maior. É uma opção política.

Essa opção política pode trazer que resultados? Não é arriscada?

Se for mantida por um período longo, a gente corre o risco, sim, de acabar tendo a expectativa de que a inflação vai ser mais alta porque o BC vai ser menos duro com a inflação. E, por conseqüência, a expectativa de uma inflação mais alta faz com que os agentes reajustem mais os preços e a inflação acabe efetivamente sendo mais alta. Em um segundo momento, para fazer com que a inflação volte a níveis anteriores, vai ser preciso juros mais altos do que seriam necessários agora. E aí o resultado é menos crédito e menos crescimento. É uma estratégia que traz riscos. Se for usada por um período curto e justificada por um choque de ofertas, que não se resolve com o aumento de juros, tudo bem. Agora, se isso passar a ser algo político, independentemente das causas da inflação, a gente vai acabar com um problema.

E qual é a sua avaliação sobre esta estratégia?

Na minha opinião, há um erro de estratégia, tanto econômico quanto político. Quanto mais tempo se demora a responder esse processo de elevação inflacionária, maior vai ter de ser a resposta depois. Do ponto de vista político, o melhor momento para um governo adotar medidas duras é logo depois das eleições. Então, o fato de o BC ter elevado menos os juros agora e potencialmente ter de elevar mais no futuro pode criar dificuldades políticas, que dificultarão um aumento maior no futuro. E eventualmente a gente pode estar às vésperas de uma eleição... E uma possível desaceleração da economia, que seria causada pelo aumento de juros, teria impactos eleitores importantes. Do meu ponto de vista, essa política adotada agora está errada. O BC deveria ser mais e não menos agressivo.

Você disse recentemente que esta pode ser a melhor década da história brasileira. Confere? Por quê?

Do ponto de vista de geração de oportunidades, eu acredito, sim, que esta será a melhor década da história brasileira. Quando eu falei que o crescimento brasileiro dobrou, de 2004 para cá, eu não explicitei o porquê. Isso foi reflexo de uma mudança em toda a organização da economia mundial. É o que eu chamo de nova ordem econômica global, onde China e Índia têm cada vez mais importância. O que mudou? Houve uma explosão de demanda por matérias-primas e o Brasil é um grande produtor e exportador. Isso significa mais entrada de dinheiro. Este é o primeiro aspecto. O segundo é tão importante quanto. Quando se começa a levar a produção de praticamente tudo para os países emergentes, os custos caem. E isso ajudou, ao longo da última década, em um processo de desinflação. Eu brinco que a China exporta desinflação para o resto do mundo. Com mais produtos cada vez mais baratos, isso faz com que se contrabalancem outras pressões inflacionárias. E a conseqüência é que se pode ter taxas de juros mais baixas. No Brasil e no mundo. No caso brasileiro, que tinha juros muito mais altos do que outros países, é que isso permitiu uma expansão de crédito, algo que a gente não tinha há décadas – e que por sua vez levou a esse crescimento nos setores que vendem produtos com valor unitário alto.

E o Brasil nesta história?

A gente vive em um processo favorável ao Brasil. A gente vai ter Copa do Mundo e Olimpíadas nos próximos anos, que vão atrair investimentos em infra-estrutura, que vão ajudar a exponencializar mais esse crescimento. Soma-se a isso o pré-sal. O Brasil começou também a atrair mais mão-de-obra. Muitos estudantes que estavam fora estão voltando ao Brasil, porque as oportunidades aqui são melhores do que lá fora. O país está começando a atrair estrangeiros para vir trabalhar aqui. Os cérebros que estão vindo vão ajudar neste processo de crescimento e desenvolvimento. A gente entrou em um processo virtuoso. Durante uma geração inteira, entre 1980 e 2003, a gente estava num círculo vicioso, foi uma geração perdida.

Com relação às reformas, você vê alguma luz para que elas aconteçam nos próximos anos? Qual a importância destas reformas para esse círculo virtuoso continuar?

As reformas seriam fundamentais não porque eu acredito que a falta delas vai impedir que a gente permaneça neste círculo virtuoso. O cenário externo, ao longo das próximas décadas, nos é tão favorável que nós estamos quase que condenados a dar certo. Agora, dar certo é uma história relativa. Quando eu falo que a gente tem condições de crescer a 5%, isso é bom ou ruim? Em relação ao passado recente é ótimo, é o dobro da média dos últimos 25 anos. Em relação à média de 80 anos, até 1979, de 7%, é ruim. É o copo meio cheio e meio vazio. As reformas poderiam encher mais esse copo. Com as reformas, a gente poderia sustentar crescimento de 6 ou 7% ao ano. Agora, eu sou pessimista quanto à nossa capacidade de fazê-las.

Existe um risco de desaceleração de China e Índia? Como isso afetaria o Brasil?

Imaginemos que, de uma hora para outra, e não é o que eu acredito que vá acontecer, esse movimento democrático no oriente médio se alastrasse pra China e causasse uma ruptura e a economia chinesa passasse por um grande colapso. O que aconteceria? O Brasil afundaria junto. O Brasil era uma economia extremamente dependente dos EUA. Nos últimos dez anos, o nosso círculo de dependência mudou. A gente passou a depender mais da China e menos dos EUA. Mas a gente continua, justamente pela falta das reformas, a ser incapaz de ditar o próprio destino. Nós éramos o rabo do cachorro dos EUA e agora somos o rabo do cachorro da China. Nós não somos o cachorro. Nós não estamos definindo para onde a gente vai. Nós estamos sendo levados. Por sorte, o cachorro chinês está indo para um lado que nos ajuda. Mas se ele tiver algum problema, a gente vai sentir.

Postado em 20 de outubro de 2010 por Carlos Eduardo Moura

Depois da criação do novo cardápio, agora foi a vez do Ponto 1 Bar ter um novo site. O site foi feito em Wordpress. Incrementamos um template com banners de seção e as cores do bar. Inserimos também banners rotativos na home, que mostram o que o bar tem de melhor: os pratos!

Além disso, o perfil do bar no Twitter foi incorporado à home do site. Todas as páginas do site podem também ser retuítadas automaticamente e "curtidas" no Facebook. O resultado pode ser visto em www.ponto1bar.com.

A newsletter do bar também foi devidamente atualizada, seguindo o padrão visual do novo site.

Novo site do Ponto 1

Postado em 21 de abril de 2010 por Carlos Eduardo Moura

A Happy Hour aprofundou a parceria com a Casa da Criança Paralítica de Campinas (CCP) e apresentou esta semana a identidade visual e peças desenvolvidas para a entidade para a divulgação 8a festa junina, que acontecerá em junho. Entre as peças estão material de folheteria, cartaz e camiseta, além do logotipo.

Desde o ano passado a Happy Hour é a responsável pela assessoria de imprensa da CCP.

Logotipo

Postado em 17 de novembro de 2009 por Equipe Happy Hour

Entrou esta semana no ar o site da Alubrat (Associação Luso-Brasileira de Psicologia Transpessoal), site desenvolvido pela Happy Hour.

Postado em 23 de outubro de 2009 por Equipe Happy Hour

Já estão em nosso portfólio as peças criadas para a padaria Cruzeiro do Sul, de Campinas (SP). Produzimos a identidade visual (logotipo, cartão de visita, etiquetas para produtos etc.), além de painéis internos, fachada e layout para portas. As fotos dos painéis foram feitas pelo fotógrafo Renato Parada.

Postado em 22 de setembro de 2009 por Equipe Happy Hour

Já está na nossa seção de portfólio a terceira edição do jornal GSN Informa, produzido pela Happy Hour para o Grupo GSN, de Campinas. O tema principal da edição é a Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil, e é uma grande oportunidade para as Parcerias Público-Privadas avançarem no país.

Postado em 11 de agosto de 2009 por Equipe Happy Hour

A partir desta semana, a Happy Hour Comunicação passa a contar com um novo cliente: Mira Eletrodomésticos. Já desenvolvemos o site da companhia (www.miraeletros.com.br) e em breve iniciaremos o trabalho de assessoria de imprensa.

A Mira é uma empresa integrante do grupo Diamantino & Hofman, que há mais de dez anos atua no mercado brasileiro, importando e exportando diversos produtos. O principal objetivo da Mira é comercializar produtos de qualidade e bom gosto, para um público exigente, mas com preços mais acessíveis. Cooktops e coifas serão os primeiros produtos comercializado. Ficou curioso? Acesse o site e conheça a Mira Eletrodomésticos.

mira
Postado em 13 de maio de 2009 por Equipe Happy Hour

A Happy Hour acaba de entregar a identidade visual da I-tecx, empresa de informática com sede em Campinas. Além do logotipo, a Happy Hour produziu também todo o material de cartonaria.

Postado em 11 de maio de 2009 por Equipe Happy Hour

A "Gazeta do Cambuí" publicou neste final de semana o último dos 4 anúncios criados pela Happy Hour para a Battataria Suíça do Cambuí.

(Terça-feira, aliás, é um bom dia para ir lá: na compra de uma batata pequena, a segunda é por conta da casa.)