Empresas

Postado em 24 de setembro de 2012 por Carlos Eduardo Moura

Cliente da Happy Hour Comunicação em assessoria de imprensa, a Superlógica, empresa líder em software de gestão condominial, em parceria com a Cielo, traz ao mercado, de maneira inédita, a possibilidade de pagamento da taxa do condomínio por meio do cartão de crédito. Agora os condôminos de todo o Brasil poderão utilizar essa facilidade para pagar o condomínio.

Com esse novo sistema, o condômino ganha mais conveniência, segurança na transação e mantém o pagamento da taxa em dia, além de ganhar pontos no cartão de crédito.  Já os condomínios vão ganhar vantagens como redução da inadimplência, nenhum custo com equipamentos, e menos trabalho e burocracia no processo de cobrança.

A expectativa da empresa é de que em cinco anos mais de 10% dos condôminos brasileiros utilizem o cartão para pagar a taxa de condomínio.

Como funciona?

É muito fácil e prático utilizar o sistema de pagamento da taxa do condomínio via cartão de crédito. Não é necessário comprar nenhum equipamento e não será acrescentada nenhuma taxa mensal.

Basta que o condômino informe o número de seu cartão no ambiente seguro da Cielo uma única vez e todos os meses o valor será cobrado no cartão. Se o cartão não for autorizado, é enviado um boleto bancário para que o condômino possa efetuar o pagamento.

Para mais informações acesse:  http://condoworks.com.br/cartao

Clipping

Serviços - Estadão ESPN

Tribuna do Epírito Santo

A Tribuna ESA Tribuna ES

Postado em 10 de janeiro de 2012 por Carlos Eduardo Moura

Todos sabemos que a base de clientes e interessados em nossa empresa é um ativo de marketing formidável.

Contudo, parte considerável das empresas não se preocupa em relacionar-se com esta base e, quando se relaciona, muitas o fazem do jeito errado.

Valiosa, a base de clientes deve ser contatada com muito critério e sabedoria. Bastam alguns deslizes e pronto: a atenção que você tinha, não tem mais.

Preocupados com isso, levantamos os erros mais comuns ao se fazer campanhas de e-mail marketing ou newsletters.

Antes da lista, vale a pena dizer que, diferente da propaganda tradicional ou das mídias sociais, o e-mail é um canal extremamente valioso e pessoal. Muitas pessoas checam seus e-mails várias vezes por dia e não são poucos os que trabalham com a caixa de entrada aberta durante o período que passam na frente do computador.

Se usada da maneira correta e sem exageros, o e-mail é um dos canais mais eficientes para manter relacionamento e criar valor para o seu negócio.

Preparado? Vamos aos fatos!

Os erros mais comuns do e-mail marketing

Erro #1: oferecer apenas ofertas

Em primeiro lugar, ninguém quer receber APENAS promoções (a não ser, é claro, os assinantes de newsletters de sites de compra coletiva...). Chega um momento em que se cria uma saturação, uma overdose de ofertas e é aí que a taxa de abertura dos e-mails tende a despencar. Em segundo lugar, muitas empresas enviam apenas ofertas e, o que é pior, em formato de imagem. O que acontece? Muitos leitores de e-mail simplesmente BLOQUEIAM as imagens - e aí um abraço esforço de marketing. A solução é mesclar conteúdo em texto e imagens e ser interessante, sempre.

Erro #2: não oferecer conteúdo útil

Se sua empresa manda apenas ofertas, está desperdiçando uma chance enorme de construir relacionamento de qualidade. A dica é ser relevante e oferecer algo verdadeiramente importante para o seu cliente ou possível cliente – e saiba: existem milhões de formas de ser interessante. Cada contato via e-mail é uma oportunidade de gerar valor para a sua marca – mas também pode ser algo de pouca eficácia se você quer apenas empurrar produtos e serviços.

Erro #3: fazer SPAM

Do que adianta comprar um mailing com milhares de e-mails para disparar ofertas? Às vezes o resultado até vem – porém, é baixo e você pode sofrer efeitos colaterais e queimar a marca da sua empresa (e eu sei que você não quer isso). Além de ser deselegante (e ilegal, de acordo com a legislação), há dois problemas: esse tipo de mailing comprado costuma ser desatualizado e quem recebeu e por ventura abriu o seu e-mail jamais pediu para recebê-lo. A dica é construir a sua própria base e trabalhar em cima dela – com calma, sem afobação, com criatividade e a frequência certa.

Erro #4: usar um sistema arcaico ou o Outlook (ou similar)

Além de trabalhoso e chato, enviar sua newsletter ou e-mail marketing por um sistema arcaico ou pelo Outlook não te permitirá ver estatísticas como taxa de abertura e cliques (e até mesmo quem abriu e a que horas) dos materiais enviados, por exemplo. O segundo o problema (e talvez mais grave) é que o seu e-mail acaba indo para listas negras, se muita gente não abre o que você envia ou se os servidores considerarem seu e-mail um SPAM. Então, cuidado. Além disso, com um sistema profissional você pode criar, facilmente, várias segmentações com a sua base de dados.

Erro #5: não ter frequência

É muito comum: a empresa inicia, por si própria, o trabalho de divulgação, faz um esforço danado, mas o resultado não vem como o esperado – em geral, por que se cometeram muitos dos erros aqui expostos. A divulgação que seria a cada 15 dias vira mensal, depois não sai nem com reza brava. A construção de uma marca se faz com frequência e pertinência (além, é claro, de muitos outros fatores – como bons serviços prestados e preços). Então, é importante definir uma periodicidade e segui-la à risca.

Considerações finais

Relacionar-se com a base de clientes de forma frequente e relevante é uma das formas mais interessantes e baratas de se manter próximo de clientes e interessados em seus serviços e produtos. Pense sempre em como você pode ser relevante e útil ao seu cliente ou possível cliente. Pessoas têm o hábito estranho de valorizar quem os ajuda. Então... mãos à obra.

Postado em 20 de dezembro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Dei na semana passada uma entrevista sobre revistas corporativas à revista “Imprensa”. Seguem abaixo alguns trechos.

(...) Percebo de um tempo pra cá que as empresas, de um modo geral, vêm investido cada vez mais nos seus próprios canais de comunicação. É claro que existem exceções - muitas empresas ainda precisam da mídia de massa ou segmentada para chegar nos seus públicos.

Então, quando uma empresa investe no seu próprio veículo de comunicação, ela está investindo no relacionamento que já tem com o cliente. E, como todos sabemos, é muito mais fácil de vender algo (seja um serviço, produto ou apenas a marca) para quem já te conhece e já é ou foi seu cliente. Em vez de se investir muito dinheiro na procura de novos clientes, aqui a lógica é outra.

Quando uma empresa decide investir nesse tipo de comunicação, ela tem uma série de benefícios. O principal deles, na minha opinião, é a possibilidade de manter contato frequente com o seu público-alvo, com quem já foi seu cliente ou quem tem muito interesse no seu produto/serviço... Se o consumidor comprou uma vez, ele tem muito mais chances de comprar novamente e continuar comprando a vida inteira.

Outro benefício é a empresa se vender de um jeito menos marqueteiro. Em uma revista corporativa customizada, por exemplo, a empresa tem a chance de vender a sua essência e seus valores, através de reportagens que ilustrem aquilo, além de poder mostrar que domina o assunto. Conteúdo relevante dá significado e ajuda a construir a reputação de uma marca.

As pessoas estão cansadas de propaganda. Querem conteúdo interessante, relevante, útil. E, quando uma empresa oferece isso, ela se torna parte da vida da pessoa (e não só do “consumidor”). Esse é o grande desafio. Oferecer algo único, que seja relevante para o público-alvo - e não puro jabá.

Um veículo desse tipo também abre a possibilidade de conversar com o público-alvo e conhecê-lo a fundo. Quer coisa melhor? Você oferece um produto relevante e ganha atenção, respeito, confiança e feedback.

Postado em 25 de outubro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

“Nossa crença é que nossa marca, nossa cultura e nossa fonte de informações são as únicas vantagens competitivas que teremos em longo prazo. Todo o restante pode e será eventualmente copiado.”

Este é um dos trechos mais fortes de “Satisfação garantida – No caminho do lucro e da paixão” (Ediouro), de Tony Hsieh CEO da Zappos, empresa norte-americana que vende sapatos, roupas e acessórios pela internet. O livro traz, em primeira pessoa, a história empreendedora de Tony e da Zappos, considerada uma das empresas que mais dão atenção ao atendimento ao cliente nos EUA.

Antes da Zappos, Tony criou uma empresa que cresceu de forma tão rápida que ele mal conhecia os rostos dos funcionários. Um dia, ele acordou e viu que não queria ir trabalhar. “Era o cofundador e ainda assim a empresa não era o lugar onde gostaria de estar”. Tanto é que decidiu vender a empresa (para a Microsoft).

“Fiz uma lista dos períodos mais felizes da minha vida e percebi que nenhum deles envolvia dinheiro. Havia decidido parar de correr atrás do dinheiro e começar a correr atrás da paixão”.

Tony Hsieh, CEO da Zappos

Com o dinheiro da venda, Tony criou uma espécie de incubadora para empresas nascentes. A principal delas era a Zappos, cujo negócio era vender sapatos pela web.

Com o estouro da bolha da internet, em 2000, a empresa passou por sérias dificuldades, com demissões e cortes. O foco, então, passou a ser atrair clientes que já haviam comprado.  “Mal sabíamos que era uma benção disfarçada, já que nos forçou a focar mais na oferta de um melhor serviço aos clientes”.

Mais do que produtos, a empresa passou a vender o conceito de felicidade. Entre as mudanças, atendimento 24h, frete grátis e devolução gratuita de produtos – o que cativou os clientes.

A idéia era: ao tratar bem o cliente, ele vai comprar de novo – e ainda vai indicar. Então, a empresa se preocupou em como atender da melhor forma e como surpreender positivamente seus clientes – e mantê-los para a vida inteira.

“Em acréscimo à tentativa de impressionar nossos clientes, nós também tentamos impressionar funcionários, vendedores e parceiros que trabalham conosco (e, no longo prazo, nossos investidores). Acreditamos que isso cria um ciclo virtuoso, e, em nossa visão, estamos fazendo do mundo um lugar melhor e melhorando a vida das pessoas”, diz Tony.

O livro é muito bom e eu recomendo fortemente a sua leitura.

Um tempinho atrás, eu escrevi sobre o culture book da Zappos, texto que também recomendo a leitura.

Valores da Zappos

  1. Entregue um serviço WOW;
  2. Adote e incentive a mudança;
  3. Crie diversão e um pouco de esquisitice;
  4. Seja aventureiro, criativo e cabeça-aberta;
  5. Persiga o crescimento e o conhecimento;
  6. Construa relacionamentos abertos e honestos;
  7. Construa um time positivo e espírito de família;
  8. Faça mais com menos;
  9. Seja apaixonado e determinado;
  10. Seja humilde.
Postado em 08 de setembro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Na última edição do jornal do Sescon Campinas, material produzido pela Happy Hour Comunicação (veja mais sobre revistas corporativas), abordamos as mídias sociais como importante ferramenta de marketing para as empresas de contabilidade.

Abaixo segue a matéria na íntegra. Para ver o arquivo em PDF: A contabilidade nas mídias sociais

Capa

A contabilidade na era da mídia social

Como sindicatos, escritórios e editoras estão utilizando a internet em busca de divulgação

Houve uma época em que conseguir informações sobre o mundo contábil era extremamente difícil. Os meios de divulgação não eram muitos, demoravam a chegar e nem sempre respondiam as dúvidas de contadores. Esse período de escassa divulgação de dados acabou.  

Na época de popularização de redes sociais como o Twitter, o Facebook e o LinkedIn, a informação surge na tela a todo momento. Mais do que isso, os sites, se bem usados, se transformam em poderosas ferramentas de marketing, que podem impulsionar negócios.

Diz o senso comum que a contabilidade é um assunto espinhoso e pesado. Nesse caso, seria difícil que redes sociais fossem uma via de publicação de informações contábeis. A realidade, porém, se encarrega de demonstrar o contrário.

Os perfis relativos à contabilidade, no Twitter, são diversos (veja quadro). Parte deles tem mais de 3 mil seguidores. É uma quantia significativa para um assunto que, embora seja cada vez mais importante nas empresas, não é popular. 

Um escritório de contabilidade em Campinas que faz uso das redes sociais com êxito é o Project Business. Para o sócio-proprietário, Antônio Carlos da Silva, “atualmente não se pode prescindir do uso desse tipo de mídia”. 

A Project Business tem um perfil no LinkedIn no qual aparecem o currículo resumido de Silva e os grupos e associações da empresa. No LinkedIn, a Project Business tem mais de 500 conexões, com outras empresas e profissionais. O perfil no site não exige que o usuário o atualize diariamente, o que facilita a manutenção.

“A contabilidade é um instrumento de gestão indispensável para qualquer empresa e o interesse pela ciência contábil é cada vez maior. Isso facilita a disseminação de informações”, afirma José Maria Chapina Alcazar, presidente do Sescon-SP.

Para Carlos Eduardo Moura, da Happy Hour Comunicação, que trabalha com comunicação corporativa e mídias sociais, os perfis de Twitter que mais se destacam são aqueles que não falam o jargão clássico. “Eles utilizam uma linguagem clara, acessível, que cria empatia com um público maior”, acredita.

Poder de influência

O poder de influência das mídias sociais tem se tornado tão grande que há profissionais que afirmam que a mídia tradicional, como jornais e revistas, se tornou ultrapassada frente a necessidades dos escritórios de contabilidade.

“Uma empresa que conte com uma agência que saiba trabalhar corretamente e com método em mídias sociais tem uma proposta mais inteligente do que a que investe em mídias tradicionais”, diz Tatiana Pezoa, da C2CBalloon, outra empresa a trabalhar com novas mídias. Para Moura, “não vale muito a pena um escritório de contabilidade investir em mídias tradicionais. É muito mais interessante a própria empresa fazer o seu próprio canal de comunicação”.

É verdade, entretanto, que, dependendo do tamanho da corporação, a mídia tradicional ainda é interessante. “As mídias tradicionais são e serão sempre eficazes”, reflete Alcazar. “Mas não se pode desprezar o poder de disseminação e de comunicação das mídias sociais, que tendem a aumentar gradualmente”, complementa.

Ferramenta de marketing

Os escritórios e sindicatos de contabilidade têm utilizado as mídias sociais também como ferramenta de marketing.

O Sescon-SP é um dos sindicatos que melhor utilizam o Facebook. São 4 perfis, cada um voltado a uma necessidade específica. O perfil da Unisescon se dirige aos cursos da universidade e o do Sescon Solidário é para ações beneficentes. Há ainda o próprio perfil do órgão e o voltado ao PQEC (Programa de Qualidade das Empresas Contábeis). 

Tanto Moura quanto Pezoa acreditam que a busca por novos clientes é uma vantagem da utilização das mídias sociais. “Mas leva-se algum tempo. Uma campanha para apresentar resultados de vendas leva até 9 meses”, afirma Pezoa. Para Moura, “o trabalho deve ser feito com persistência e olhando-se para o longo prazo. O resultado não surge do dia para a noite”. 

A Editora Portal Tributário, por exemplo, tem realizado esse trabalho com competência. “Nosso objetivo nas redes sociais é a atualização profissional de nossos clientes, que nos escrevem dizendo que obtiveram resultados com a ajuda dos perfis”, afirma a assessoria de imprensa. A editora comanda 4 perfis no Twitter (@normaslegais, @guiatrabalhista, @guiacontabil e @guiatributario) e além disso está presente no Facebook. 

Vantagens de um perfil próprio

Um escritório de contabilidade que queira ter o seu próprio perfil no Twitter ou Facebook deve ter bem claro o seu objetivo. Se souber trabalhar com as mídias, em relação a conteúdo postado ou medições de retorno, tem como iniciar o trabalho por conta própria. 

Caso contrário, o ideal é procurar uma agência de comunicação que detenha o conhecimento necessário para que um perfil não seja uma perda de tempo.

Não são poucas as vantagens de um perfil próprio em uma conta como o Facebook ou o LinkedIn. Ele permite demonstrar que a empresa detém grande conhecimento sobre o assunto com o qual trabalha, que está atualizada com as últimas notícias da área, que é confiável e sólida.

“Uma empresa de contabilidade pode ajudar empresários que estão iniciando ou responder dúvidas de empresários sobre, por exemplo, como pagar menos impostos”, afirma Moura.

Pezoa dá a dica: “As pessoas só se interessam e seguem marcas se elas agregam valor a suas vidas”. Ela recomenda que os escritórios publiquem informações sobre impostos, imposto de renda, assuntos voltados a micro e pequenas empresas, aposentadoria e dúvidas sobre registros de funcionários.

Moura também indica que não adianta criar um perfil nas redes sociais e atualizar de vez em quando. “Nesse quesito, frequência é fundamental”.

Facebook, Twitter ou LinkedIn?

A primeira escolha após a decisão de investir em mídias sociais é em relação ao site em que o perfil será feito. No caso dos escritórios de contabilidade, muitos acabam por preferir montar um perfil no Facebook, porém sem fazer atualizações constantes. O resultado, em geral, é que são poucos os seguidores e o resultado, em termos de vendas, é pífio.

Para Carlos Eduardo Moura, da Happy Hour Comunicação, o ideal talvez seja começar pelo LinkedIn ou pelo Empreendemia. O LinkedIn é a maior rede de contatos profissionais do mundo e o Empreendemia se constitui em uma rede voltada a empresas (sobretudo micro e pequenas). Depois, partir para o Facebook e o Twitter.

10 perfis para seguir no Twitter

  • @guiacontabil (contabilidade e escrituração)
  • @rfbrasil (Receita Federal do Brasil)
  • @contabilidade (contabilidade e auditoria)
  • @guiatributario (atualização tributária)
  • @RedeRNC (rede nacional de contabilidade)
  • @fipecafi (pesquisas e cursos)
  • @classecontabil (consultoria gratuita)
  • @CVMEducacional (Comissão de Valores Mobiliários)
  • @forumcontabeis (notícias sobre contabilidade)
  • @contabnatv (contabilidade na TV)

O que são mídias sociais

As mídias sociais são sites na internet que reúnem pessoas e empresas. Cada pessoa/empresa detém um perfil, que nada mais é do que uma página contendo informações sobre o seu autor. Nas mídias sociais, trocam-se informações, fotos, vídeos, mensagens e qualquer outro tipo de informação digital.

Entre os sites mais conhecidos estão o Twitter, o Facebook e o LinkedIn. Cada um deles possui uma forma de uso e um design diferenciado. O Twitter é um micro-blog (“diário”) que permite que o usuário mande textos com até 140 caracteres para seus seguidores. No Facebook, os usuários criam perfis com suas fotos e listas de preferência, trocando mensagens privadas e públicas (no caso de empresas, criam-se páginas corporativas). O LinkedIn, por sua vez, é voltado principalmente a expor perfis profissionais.

Postado em 19 de julho de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Desde que lançou a Assembleia Virtual LicitaMais, plataforma para assembleias de condomínio, a Superlógica, cliente da Happy Hour COmunicação em assessoria de imprensa, vem colhendo frutos e sendo reconhecida como a empresa mais importante na área de soluções para o segmento.

Eles decidiram produzir um vídeo pra explicar o conceito da ideia e como a assembleia de condomínio virtual funciona. O vídeo ficou bem bacana e vale a pena ser visto.

target="_blank">Veja o vídeo.

Postado em 22 de fevereiro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

 Neste início de ano temos recebido uma penca de currículos de jornalistas recém-formados, procurando um lugar ao sol no mercado.

O que me fez pensar: o que faz de um currículo um bom currículo?

Mas voltando à vaca fria... O pior de tudo é que boa parte dos currículos são ruins. De dar dó. A maioria padronizados, com as mesmas frases e expressões. Poucos chamam a atenção. Poucos são personalizados. O que me faz pensar que currículos não servem mesmo para nada - salvo honrosas exceções.

Vejo muita gente fazendo e enviando currículos iguais para todas as empresas. Isso não se faz! Se você quer trabalhar na Happy Hour Comunicação (ou qualquer outra empresa), faça um currículo personalizado e relevante. Que raios de profissional de comunicação é este que não sabe adequar o que tem a dizer ao receptor?

Outro ponto que chama a atenção é a falta de um texto mais fluido, que não feito em tópicos. OK, você estagiou na empresa XYZ, mas o que fez por lá? O que aprendeu? E na faculdade, quais foram seus projetos? Que tipo de livros você gosta de ler? (Aliás, você gosta de ler ou só lê bobeirinhas na internet?) Qual é o endereço do seu blog? E o seu Twitter? Onde está o portfólio de materiais produzidos na faculdade?

Pra finalizar, cito abaixo um treco do livro "Rework" (mais sobre o livro no post Rework: uma nova proposta de trabalho). A tradução está meio pobre, fiz com pressa. Mas o importante é a essência. Vamos lá. 

Currículos são ridículos

Todos sabemos que currículos são uma piada. São exageros. Eles estão cheios de "verbos de ação" que não significam nada. Listam títulos e responsabilidades que são vagamente exatos na melhor das hipóteses. E não há maneira de verificar a maior parte do que está lá. A coisa toda é uma farsa.

Pior de tudo, eles são muito fáceis de fazer. Qualquer um pode criar um currículo decente o suficiente. É por isso que os candidatos meia-boca o amam tanto. Eles podem metralhar centenas de cada vez para potenciais empregadores. É uma forma de SPAM.

Se você contrata alguém com base neste lixo, você está perdendo a mão no que a contratação diz respeito. Você quer um candidato específico para cuidar especificamente de sua empresa, seus produtos, seus consumidores e seu trabalho.

Então, como você encontra esse tipo de candidato? Primeiro: leia a carta de apresentação. Em uma carta, você tem uma comunicação real, em vez de uma lista de competências, verbos e anos de irrelevância. Não há como um candidato produzir centenas de cartas personalizadas. É por isso que uma carta de apresentação é um teste muito melhor do que um currículo.

Vale uma olhada também na apresentação abaixo, postada no SlideShare (Really Ugly Resumés). Aliás, porque não um currículo no SlideShare?

Really Ugly Résumés
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Postado em 15 de fevereiro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Nossos amigos do Empreendemia, rede social para empresas e empreendedores, foram parar no "Estadão" deste domingo, no caderno Oportunidades, que está fazendo uma série de reportagens sobre empreendedorismo na internet.

O clipping completo está aqui: Empreendemia - Portais para empresários: um bom negócio (O Estado de S. Paulo)

O Empreendemia é nosso cliente em assessoria de imprensa e vem colhendo ótimos resultados, entre aparições em revistas como "Época Negócios", "Pequenas Empresas & Grandes Negócios", portal Exame.com, site da HSM, além de "Brasil Econômico", "Correio Popular", "TodoDia", site do UOL Tecnologia e muitos outros.

Não deixe de visitar também o blog Saia do Lugar, com dicas de empreendedorismo na veia.

Postado em 10 de fevereiro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

O blog Papo de Empreendedor, da revista "Pequenas Empresas & Grandes Negócios", publicou ontem um texto chamado Como contratar (bem) uma empresa de relações públicas. Refere-se basicamente ao trabalho de assessoria de imprensa e o que deve ser levado em conta na hora de contratar uma agência para realizar a comunicação corporativa.

Vale a leitura. Pra facilitar, coloco abaixo o trecho (perguntas que o empresário deve se fazer antes de contratar). Na verdade, este texto saiu no site da Business Week. Comento alguns pontos entre parênteses.

1. Você tem bons dados? Para sustentar uma campanha e ser entrevistado várias vezes, é preciso ter informações que justifiquem a atenção – números, clientes, tendências, opiniões sólidas. (Isto é fato. Não adianta a empresa querer aparecer em jornais, revistas e sites se não tem bons projetos por trás. Ter bons projetos já é meio caminho andado para um bom trabalho de assessoria de imprensa.)

2. Você estava contando com o RP para aumentar o faturamento? Nem sempre há uma relação direta entre divulgação e retorno de curto prazo. Você precisa entender os benefícios de ter um relações-públicas e casar essas vantagens com as suas necessidades. (Sempre digo o seguinte: o trabalho de relações públicas e assessoria de imprensa é para construir imagem, no médio prazo, pelo menos. O trabalho de assessoria de imprensa, ajuda, sim, muitas vezes a alavancar vendas - mas o trabalho não deve ser focado apenas com essa métrica.)

3. O RP não conseguiu uma boa divulgação para a sua empresa – ou não conseguiu uma boa divulgação para o seu ego? Ver seu nome na mídia é bacana, mas verifique se isso não está atrapalhando as suas prioridades.

4. O RP definiu as expectativas claramente? Toda boa empresa deve ajudá-lo a definir o que é factível e que volume de divulgação você pode esperar por semana, mês e trimestre.

5. O RP criou um plano? Se a empresa de relações públicas não trabalhou de acordo com o que estava combinado, é natural que você se sinta sem apoio.

6. O RP era especializado no seu ramo de negócio? Para contar boas histórias, o relações-públicas deve conhecer bem o mundo da sua empresa. Se não tiver esse conhecimento, poderá perder oportunidades – e irritar repórteres.

Aproveito e convido você a ler alguns textos sobre assessoria de imprensa que já passaram aqui pelo blog e também ver a nossa apresentação sobre assessoria de imprensa no SlideShare.

Postado em 31 de janeiro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

As “teses” abaixo são defendidas por Jason Fried e David Heinemeier Hansson no livro “Rework”. Jason e David são os sócios-fundadores da 37signals, empresa que está por trás de aplicativos baseados na web como o Basecamp e o Highrise.

Rework“Rework” é muito bom e vale a pena ser lido. O livro é curtinho e bem fácil de ler. Traz vários pontos interessantes que podem ser usados por qualquer tipo de empresa.

Compilei abaixo os trechos que mais me chamaram atenção dentro do capítulo sobre produtividade.

Divirta-se.

(Vale a pena ver também o vídeo logo mais abaixo. É uma palestra que o Jason proferiu no TED sobre produtividade.)

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Workaholism. Trabalhar muito só quer dizer que você trabalha muito, não quer dizer que você resolve muitos problemas. Geralmente quem trabalha sempre mais do que precisa acaba criando mais problema do que resolvendo. Um workaholic não é um herói. O herói já fez o que tinha de fazer e está em casa.

Adote a ideia de ter menos massa. Você é menor, mais magro e mais rápido do que jamais vai ser. Quando mais massa tiver um objeto, mais energia será necessária para mudar sua direção. A massa é aumentada por contratos de longo-prazo, excesso de pessoal, decisões permanentes, reuniões, processos densos, inventários, hardware, softwares e tecnologias fechadas, políticas de escritório... Evite isso sempre que puder.

O mundo dos negócios está cheio de documentos mortos que não servem para nada a não ser desperdiçar o tempo das pessoas. Relatórios que ninguém lê, gráficos que ninguém olha e especificações que nunca se parecem com o produto acabado. Essas coisas levam todo o sempre para fazer, mas apenas alguns segundos para esquecer.

O problema com abstrações (como relatórios e documentos) é que eles criam ilusões de conformidade. Cem pessoas podem ler as mesmas palavras, mas em suas cabeças estão imaginando cem coisas diferentes.

Interrupção é a inimiga da produtividade. Se você fica constantemente até tarde ou trabalha nos finais de semana não é porque não há tempo o bastante para o trabalho ser feito. É por que você não está fazendo o bastante no trabalho. E a razão disso são as interrupções.

Pense: quando você consegue fazer a maior parte do seu trabalho? Geralmente de noite ou logo cedo. Não é coincidência que esses são os horários que ninguém está por perto.

Interrupções quebram o seu dia de trabalho em séries de trabalho. 45 minutos e você recebe uma ligação. 15 minutos e você vai almoçar. Uma hora depois, você tem uma reunião. Depois, são cinco da tarde e você só teve algumas horas ininterruptas para trabalhar direito.

Você não consegue fazer coisas significativas quando constantemente começa, para, começa, para. Trechos longos de tempo sozinho é quando você é mais produtivo. Quando você não tem zapear entre várias tarefas, a coisa flui.

Ir para essa zona de “tempo sozinho” requer tempo e exige evitar interrupções. Não precisa ser de madrugada. Você pode definir uma regra no trabalho que metade do dia é reservado para o tempo sozinho. Defina que das 10 às 14h as pessoas não pode conversar entre si. Ou faça a primeira ou a última metade do dia como seu período de tempo sozinho. Em vez das sextas casuais, tente fazer a terça sem-conversa. Apenas tenha a certeza de que este período não seja quebrado.

E faça todo dia. O sucesso do tempo sozinho significa deixar o vício na comunicação de lado: fuja das mensagens instantâneas, ligações, e-mails e reuniões. Apenas trabalhe.

Tente usar ferramentas de comunicação passivas, como e-mail (que não requer resposta instantânea). Desta forma, as pessoas podem responder quando for conveniente.

Reuniões são tóxicas. As piores interrupções são as reuniões. Eis o porquê: geralmente são sobre conceitos abstratos, e não sobre coisas reais; geralmente transmitem um abismal monte de pequenas informações por minuto; divagam e mudam de assunto de um jeito muito fácil; têm agendas tão vagas que ninguém sabe exatamente o objetivo; têm geralmente um idiota que, na sua vez de falar, desperdiça o tempo dos outros com nonsense; reuniões se procriam. Uma reunião leva a outra, que leva a outra...

Reuniões são tóxicas

O verdadeiro problema das reuniões é a escala. Você convoca dez pessoas para uma reunião de uma hora. Na verdade, é uma reunião de dez horas. Você está trocando dez horas de produtividade por uma hora de reunião. Pense no tempo que você está perdendo e se pergunte se realmente vale a pena.

 Se você acha que realmente tem que fazer uma reunião com todo mundo, tente fazer a sua reunião da melhor forma possível, seguindo algumas regrinhas:

- Defina um tempo. Quando acabar, a reunião acabou.

- Convide o mínimo de pessoas possível.

- Tenha uma agenda clara.

- Comece com um problema específico.

- Encontre-se no local do problema em vez de uma sala de reuniões. Aponte para coisas reais e sugira mudanças reais.

- Termina com uma solução e faça alguém responsável por implementá-la.

 Decisões. Sempre que puder, troque o “Vamos pensar sobre isso” por “Vamos decidir isso”. Não espere pela solução perfeita. Decide e toque adiante. O problema começa quando você posterga decisões na esperança de que a resposta perfeita aparecerá depois. Não aparecerá.

 Vá dormir. Renunciar ao sono é uma má ideia. Você destrói sua criatividade, moral e atitude. Criatividade é uma das primeiras coisas que se vão quando você perde o sono. O que distingue quem é dez vezes mais eficiente do que o normal não é que ele trabalha dez vezes mais duro; e sim que ele usa a criatividade para chegar a soluções que requerem um décimo do esforço. Sem dormir, você não consegue isso.

Quando você está cansado, você perde motivação para atacar os problemas grandes. Sua habilidade de ser paciente e tolerante é severamente reduzida quando você está cansado.

Porque o trabalho não funciona no trabalho