Marketing

Postado em 24 de setembro de 2012 por Carlos Eduardo Moura

Cliente da Happy Hour Comunicação em assessoria de imprensa, a Superlógica, empresa líder em software de gestão condominial, em parceria com a Cielo, traz ao mercado, de maneira inédita, a possibilidade de pagamento da taxa do condomínio por meio do cartão de crédito. Agora os condôminos de todo o Brasil poderão utilizar essa facilidade para pagar o condomínio.

Com esse novo sistema, o condômino ganha mais conveniência, segurança na transação e mantém o pagamento da taxa em dia, além de ganhar pontos no cartão de crédito.  Já os condomínios vão ganhar vantagens como redução da inadimplência, nenhum custo com equipamentos, e menos trabalho e burocracia no processo de cobrança.

A expectativa da empresa é de que em cinco anos mais de 10% dos condôminos brasileiros utilizem o cartão para pagar a taxa de condomínio.

Como funciona?

É muito fácil e prático utilizar o sistema de pagamento da taxa do condomínio via cartão de crédito. Não é necessário comprar nenhum equipamento e não será acrescentada nenhuma taxa mensal.

Basta que o condômino informe o número de seu cartão no ambiente seguro da Cielo uma única vez e todos os meses o valor será cobrado no cartão. Se o cartão não for autorizado, é enviado um boleto bancário para que o condômino possa efetuar o pagamento.

Para mais informações acesse:  http://condoworks.com.br/cartao

Clipping

Serviços - Estadão ESPN

Tribuna do Epírito Santo

A Tribuna ESA Tribuna ES

Postado em 10 de janeiro de 2012 por Carlos Eduardo Moura

Todos sabemos que a base de clientes e interessados em nossa empresa é um ativo de marketing formidável.

Contudo, parte considerável das empresas não se preocupa em relacionar-se com esta base e, quando se relaciona, muitas o fazem do jeito errado.

Valiosa, a base de clientes deve ser contatada com muito critério e sabedoria. Bastam alguns deslizes e pronto: a atenção que você tinha, não tem mais.

Preocupados com isso, levantamos os erros mais comuns ao se fazer campanhas de e-mail marketing ou newsletters.

Antes da lista, vale a pena dizer que, diferente da propaganda tradicional ou das mídias sociais, o e-mail é um canal extremamente valioso e pessoal. Muitas pessoas checam seus e-mails várias vezes por dia e não são poucos os que trabalham com a caixa de entrada aberta durante o período que passam na frente do computador.

Se usada da maneira correta e sem exageros, o e-mail é um dos canais mais eficientes para manter relacionamento e criar valor para o seu negócio.

Preparado? Vamos aos fatos!

Os erros mais comuns do e-mail marketing

Erro #1: oferecer apenas ofertas

Em primeiro lugar, ninguém quer receber APENAS promoções (a não ser, é claro, os assinantes de newsletters de sites de compra coletiva...). Chega um momento em que se cria uma saturação, uma overdose de ofertas e é aí que a taxa de abertura dos e-mails tende a despencar. Em segundo lugar, muitas empresas enviam apenas ofertas e, o que é pior, em formato de imagem. O que acontece? Muitos leitores de e-mail simplesmente BLOQUEIAM as imagens - e aí um abraço esforço de marketing. A solução é mesclar conteúdo em texto e imagens e ser interessante, sempre.

Erro #2: não oferecer conteúdo útil

Se sua empresa manda apenas ofertas, está desperdiçando uma chance enorme de construir relacionamento de qualidade. A dica é ser relevante e oferecer algo verdadeiramente importante para o seu cliente ou possível cliente – e saiba: existem milhões de formas de ser interessante. Cada contato via e-mail é uma oportunidade de gerar valor para a sua marca – mas também pode ser algo de pouca eficácia se você quer apenas empurrar produtos e serviços.

Erro #3: fazer SPAM

Do que adianta comprar um mailing com milhares de e-mails para disparar ofertas? Às vezes o resultado até vem – porém, é baixo e você pode sofrer efeitos colaterais e queimar a marca da sua empresa (e eu sei que você não quer isso). Além de ser deselegante (e ilegal, de acordo com a legislação), há dois problemas: esse tipo de mailing comprado costuma ser desatualizado e quem recebeu e por ventura abriu o seu e-mail jamais pediu para recebê-lo. A dica é construir a sua própria base e trabalhar em cima dela – com calma, sem afobação, com criatividade e a frequência certa.

Erro #4: usar um sistema arcaico ou o Outlook (ou similar)

Além de trabalhoso e chato, enviar sua newsletter ou e-mail marketing por um sistema arcaico ou pelo Outlook não te permitirá ver estatísticas como taxa de abertura e cliques (e até mesmo quem abriu e a que horas) dos materiais enviados, por exemplo. O segundo o problema (e talvez mais grave) é que o seu e-mail acaba indo para listas negras, se muita gente não abre o que você envia ou se os servidores considerarem seu e-mail um SPAM. Então, cuidado. Além disso, com um sistema profissional você pode criar, facilmente, várias segmentações com a sua base de dados.

Erro #5: não ter frequência

É muito comum: a empresa inicia, por si própria, o trabalho de divulgação, faz um esforço danado, mas o resultado não vem como o esperado – em geral, por que se cometeram muitos dos erros aqui expostos. A divulgação que seria a cada 15 dias vira mensal, depois não sai nem com reza brava. A construção de uma marca se faz com frequência e pertinência (além, é claro, de muitos outros fatores – como bons serviços prestados e preços). Então, é importante definir uma periodicidade e segui-la à risca.

Considerações finais

Relacionar-se com a base de clientes de forma frequente e relevante é uma das formas mais interessantes e baratas de se manter próximo de clientes e interessados em seus serviços e produtos. Pense sempre em como você pode ser relevante e útil ao seu cliente ou possível cliente. Pessoas têm o hábito estranho de valorizar quem os ajuda. Então... mãos à obra.

Postado em 20 de dezembro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Dei na semana passada uma entrevista sobre revistas corporativas à revista “Imprensa”. Seguem abaixo alguns trechos.

(...) Percebo de um tempo pra cá que as empresas, de um modo geral, vêm investido cada vez mais nos seus próprios canais de comunicação. É claro que existem exceções - muitas empresas ainda precisam da mídia de massa ou segmentada para chegar nos seus públicos.

Então, quando uma empresa investe no seu próprio veículo de comunicação, ela está investindo no relacionamento que já tem com o cliente. E, como todos sabemos, é muito mais fácil de vender algo (seja um serviço, produto ou apenas a marca) para quem já te conhece e já é ou foi seu cliente. Em vez de se investir muito dinheiro na procura de novos clientes, aqui a lógica é outra.

Quando uma empresa decide investir nesse tipo de comunicação, ela tem uma série de benefícios. O principal deles, na minha opinião, é a possibilidade de manter contato frequente com o seu público-alvo, com quem já foi seu cliente ou quem tem muito interesse no seu produto/serviço... Se o consumidor comprou uma vez, ele tem muito mais chances de comprar novamente e continuar comprando a vida inteira.

Outro benefício é a empresa se vender de um jeito menos marqueteiro. Em uma revista corporativa customizada, por exemplo, a empresa tem a chance de vender a sua essência e seus valores, através de reportagens que ilustrem aquilo, além de poder mostrar que domina o assunto. Conteúdo relevante dá significado e ajuda a construir a reputação de uma marca.

As pessoas estão cansadas de propaganda. Querem conteúdo interessante, relevante, útil. E, quando uma empresa oferece isso, ela se torna parte da vida da pessoa (e não só do “consumidor”). Esse é o grande desafio. Oferecer algo único, que seja relevante para o público-alvo - e não puro jabá.

Um veículo desse tipo também abre a possibilidade de conversar com o público-alvo e conhecê-lo a fundo. Quer coisa melhor? Você oferece um produto relevante e ganha atenção, respeito, confiança e feedback.

Postado em 25 de outubro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

“Nossa crença é que nossa marca, nossa cultura e nossa fonte de informações são as únicas vantagens competitivas que teremos em longo prazo. Todo o restante pode e será eventualmente copiado.”

Este é um dos trechos mais fortes de “Satisfação garantida – No caminho do lucro e da paixão” (Ediouro), de Tony Hsieh CEO da Zappos, empresa norte-americana que vende sapatos, roupas e acessórios pela internet. O livro traz, em primeira pessoa, a história empreendedora de Tony e da Zappos, considerada uma das empresas que mais dão atenção ao atendimento ao cliente nos EUA.

Antes da Zappos, Tony criou uma empresa que cresceu de forma tão rápida que ele mal conhecia os rostos dos funcionários. Um dia, ele acordou e viu que não queria ir trabalhar. “Era o cofundador e ainda assim a empresa não era o lugar onde gostaria de estar”. Tanto é que decidiu vender a empresa (para a Microsoft).

“Fiz uma lista dos períodos mais felizes da minha vida e percebi que nenhum deles envolvia dinheiro. Havia decidido parar de correr atrás do dinheiro e começar a correr atrás da paixão”.

Tony Hsieh, CEO da Zappos

Com o dinheiro da venda, Tony criou uma espécie de incubadora para empresas nascentes. A principal delas era a Zappos, cujo negócio era vender sapatos pela web.

Com o estouro da bolha da internet, em 2000, a empresa passou por sérias dificuldades, com demissões e cortes. O foco, então, passou a ser atrair clientes que já haviam comprado.  “Mal sabíamos que era uma benção disfarçada, já que nos forçou a focar mais na oferta de um melhor serviço aos clientes”.

Mais do que produtos, a empresa passou a vender o conceito de felicidade. Entre as mudanças, atendimento 24h, frete grátis e devolução gratuita de produtos – o que cativou os clientes.

A idéia era: ao tratar bem o cliente, ele vai comprar de novo – e ainda vai indicar. Então, a empresa se preocupou em como atender da melhor forma e como surpreender positivamente seus clientes – e mantê-los para a vida inteira.

“Em acréscimo à tentativa de impressionar nossos clientes, nós também tentamos impressionar funcionários, vendedores e parceiros que trabalham conosco (e, no longo prazo, nossos investidores). Acreditamos que isso cria um ciclo virtuoso, e, em nossa visão, estamos fazendo do mundo um lugar melhor e melhorando a vida das pessoas”, diz Tony.

O livro é muito bom e eu recomendo fortemente a sua leitura.

Um tempinho atrás, eu escrevi sobre o culture book da Zappos, texto que também recomendo a leitura.

Valores da Zappos

  1. Entregue um serviço WOW;
  2. Adote e incentive a mudança;
  3. Crie diversão e um pouco de esquisitice;
  4. Seja aventureiro, criativo e cabeça-aberta;
  5. Persiga o crescimento e o conhecimento;
  6. Construa relacionamentos abertos e honestos;
  7. Construa um time positivo e espírito de família;
  8. Faça mais com menos;
  9. Seja apaixonado e determinado;
  10. Seja humilde.
Postado em 08 de setembro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Na última edição do jornal do Sescon Campinas, material produzido pela Happy Hour Comunicação (veja mais sobre revistas corporativas), abordamos as mídias sociais como importante ferramenta de marketing para as empresas de contabilidade.

Abaixo segue a matéria na íntegra. Para ver o arquivo em PDF: A contabilidade nas mídias sociais

Capa

A contabilidade na era da mídia social

Como sindicatos, escritórios e editoras estão utilizando a internet em busca de divulgação

Houve uma época em que conseguir informações sobre o mundo contábil era extremamente difícil. Os meios de divulgação não eram muitos, demoravam a chegar e nem sempre respondiam as dúvidas de contadores. Esse período de escassa divulgação de dados acabou.  

Na época de popularização de redes sociais como o Twitter, o Facebook e o LinkedIn, a informação surge na tela a todo momento. Mais do que isso, os sites, se bem usados, se transformam em poderosas ferramentas de marketing, que podem impulsionar negócios.

Diz o senso comum que a contabilidade é um assunto espinhoso e pesado. Nesse caso, seria difícil que redes sociais fossem uma via de publicação de informações contábeis. A realidade, porém, se encarrega de demonstrar o contrário.

Os perfis relativos à contabilidade, no Twitter, são diversos (veja quadro). Parte deles tem mais de 3 mil seguidores. É uma quantia significativa para um assunto que, embora seja cada vez mais importante nas empresas, não é popular. 

Um escritório de contabilidade em Campinas que faz uso das redes sociais com êxito é o Project Business. Para o sócio-proprietário, Antônio Carlos da Silva, “atualmente não se pode prescindir do uso desse tipo de mídia”. 

A Project Business tem um perfil no LinkedIn no qual aparecem o currículo resumido de Silva e os grupos e associações da empresa. No LinkedIn, a Project Business tem mais de 500 conexões, com outras empresas e profissionais. O perfil no site não exige que o usuário o atualize diariamente, o que facilita a manutenção.

“A contabilidade é um instrumento de gestão indispensável para qualquer empresa e o interesse pela ciência contábil é cada vez maior. Isso facilita a disseminação de informações”, afirma José Maria Chapina Alcazar, presidente do Sescon-SP.

Para Carlos Eduardo Moura, da Happy Hour Comunicação, que trabalha com comunicação corporativa e mídias sociais, os perfis de Twitter que mais se destacam são aqueles que não falam o jargão clássico. “Eles utilizam uma linguagem clara, acessível, que cria empatia com um público maior”, acredita.

Poder de influência

O poder de influência das mídias sociais tem se tornado tão grande que há profissionais que afirmam que a mídia tradicional, como jornais e revistas, se tornou ultrapassada frente a necessidades dos escritórios de contabilidade.

“Uma empresa que conte com uma agência que saiba trabalhar corretamente e com método em mídias sociais tem uma proposta mais inteligente do que a que investe em mídias tradicionais”, diz Tatiana Pezoa, da C2CBalloon, outra empresa a trabalhar com novas mídias. Para Moura, “não vale muito a pena um escritório de contabilidade investir em mídias tradicionais. É muito mais interessante a própria empresa fazer o seu próprio canal de comunicação”.

É verdade, entretanto, que, dependendo do tamanho da corporação, a mídia tradicional ainda é interessante. “As mídias tradicionais são e serão sempre eficazes”, reflete Alcazar. “Mas não se pode desprezar o poder de disseminação e de comunicação das mídias sociais, que tendem a aumentar gradualmente”, complementa.

Ferramenta de marketing

Os escritórios e sindicatos de contabilidade têm utilizado as mídias sociais também como ferramenta de marketing.

O Sescon-SP é um dos sindicatos que melhor utilizam o Facebook. São 4 perfis, cada um voltado a uma necessidade específica. O perfil da Unisescon se dirige aos cursos da universidade e o do Sescon Solidário é para ações beneficentes. Há ainda o próprio perfil do órgão e o voltado ao PQEC (Programa de Qualidade das Empresas Contábeis). 

Tanto Moura quanto Pezoa acreditam que a busca por novos clientes é uma vantagem da utilização das mídias sociais. “Mas leva-se algum tempo. Uma campanha para apresentar resultados de vendas leva até 9 meses”, afirma Pezoa. Para Moura, “o trabalho deve ser feito com persistência e olhando-se para o longo prazo. O resultado não surge do dia para a noite”. 

A Editora Portal Tributário, por exemplo, tem realizado esse trabalho com competência. “Nosso objetivo nas redes sociais é a atualização profissional de nossos clientes, que nos escrevem dizendo que obtiveram resultados com a ajuda dos perfis”, afirma a assessoria de imprensa. A editora comanda 4 perfis no Twitter (@normaslegais, @guiatrabalhista, @guiacontabil e @guiatributario) e além disso está presente no Facebook. 

Vantagens de um perfil próprio

Um escritório de contabilidade que queira ter o seu próprio perfil no Twitter ou Facebook deve ter bem claro o seu objetivo. Se souber trabalhar com as mídias, em relação a conteúdo postado ou medições de retorno, tem como iniciar o trabalho por conta própria. 

Caso contrário, o ideal é procurar uma agência de comunicação que detenha o conhecimento necessário para que um perfil não seja uma perda de tempo.

Não são poucas as vantagens de um perfil próprio em uma conta como o Facebook ou o LinkedIn. Ele permite demonstrar que a empresa detém grande conhecimento sobre o assunto com o qual trabalha, que está atualizada com as últimas notícias da área, que é confiável e sólida.

“Uma empresa de contabilidade pode ajudar empresários que estão iniciando ou responder dúvidas de empresários sobre, por exemplo, como pagar menos impostos”, afirma Moura.

Pezoa dá a dica: “As pessoas só se interessam e seguem marcas se elas agregam valor a suas vidas”. Ela recomenda que os escritórios publiquem informações sobre impostos, imposto de renda, assuntos voltados a micro e pequenas empresas, aposentadoria e dúvidas sobre registros de funcionários.

Moura também indica que não adianta criar um perfil nas redes sociais e atualizar de vez em quando. “Nesse quesito, frequência é fundamental”.

Facebook, Twitter ou LinkedIn?

A primeira escolha após a decisão de investir em mídias sociais é em relação ao site em que o perfil será feito. No caso dos escritórios de contabilidade, muitos acabam por preferir montar um perfil no Facebook, porém sem fazer atualizações constantes. O resultado, em geral, é que são poucos os seguidores e o resultado, em termos de vendas, é pífio.

Para Carlos Eduardo Moura, da Happy Hour Comunicação, o ideal talvez seja começar pelo LinkedIn ou pelo Empreendemia. O LinkedIn é a maior rede de contatos profissionais do mundo e o Empreendemia se constitui em uma rede voltada a empresas (sobretudo micro e pequenas). Depois, partir para o Facebook e o Twitter.

10 perfis para seguir no Twitter

  • @guiacontabil (contabilidade e escrituração)
  • @rfbrasil (Receita Federal do Brasil)
  • @contabilidade (contabilidade e auditoria)
  • @guiatributario (atualização tributária)
  • @RedeRNC (rede nacional de contabilidade)
  • @fipecafi (pesquisas e cursos)
  • @classecontabil (consultoria gratuita)
  • @CVMEducacional (Comissão de Valores Mobiliários)
  • @forumcontabeis (notícias sobre contabilidade)
  • @contabnatv (contabilidade na TV)

O que são mídias sociais

As mídias sociais são sites na internet que reúnem pessoas e empresas. Cada pessoa/empresa detém um perfil, que nada mais é do que uma página contendo informações sobre o seu autor. Nas mídias sociais, trocam-se informações, fotos, vídeos, mensagens e qualquer outro tipo de informação digital.

Entre os sites mais conhecidos estão o Twitter, o Facebook e o LinkedIn. Cada um deles possui uma forma de uso e um design diferenciado. O Twitter é um micro-blog (“diário”) que permite que o usuário mande textos com até 140 caracteres para seus seguidores. No Facebook, os usuários criam perfis com suas fotos e listas de preferência, trocando mensagens privadas e públicas (no caso de empresas, criam-se páginas corporativas). O LinkedIn, por sua vez, é voltado principalmente a expor perfis profissionais.

Postado em 19 de julho de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Desde que lançou a Assembleia Virtual LicitaMais, plataforma para assembleias de condomínio, a Superlógica, cliente da Happy Hour COmunicação em assessoria de imprensa, vem colhendo frutos e sendo reconhecida como a empresa mais importante na área de soluções para o segmento.

Eles decidiram produzir um vídeo pra explicar o conceito da ideia e como a assembleia de condomínio virtual funciona. O vídeo ficou bem bacana e vale a pena ser visto.

target="_blank">Veja o vídeo.

Postado em 11 de abril de 2011

No último final de semana dois membros da Happy Hour, eu e a Vânia, fomos a São Paulo participar do curso Marketing para Jornalistas e Assessores de Imprensa.

Marcelo Miyashita começou falando sobre marketing, na sexta. No sábado, Bruno Mello, do Mundo do Marketing, palestrou sobre empreendedorismo; Solange Guimarães falou sobre oportunidades na comunicação empresarial e Reinaldo Cirilo mostrou como blogs e redes sociais podem ser ferramentas do jornalismo.

Não é jabá, mas indicamos este curso aos colegas interessados. E quem não for da área, pode procurar treinamentos sobre redes sociais e marketing, que são assuntos bem interessantes e atuais, e podem ser aplicados em vários segmentos (sem contar o networking que fizemos com pessoas de Cuiabá, Belém e de Sampa mesmo).

Logo colocaremos links sobre o conteúdo apresentado.

Saindo do campo educacional, o hotel ficava a trinta minutos de caminhada do local do curso. Vimos todos os tipos de pessoas, carros, prédios e bancas de revistas. Ou seja, uma experiência completa.

Postado em 21 de março de 2011

Hoje o Twitter faz 5 anos. No começo era menos do que a ferramenta que hoje conhecemos bem, uma espécie de microblog - como é conhecido até hoje. As pessoas postavam o que estavam fazendo, como "indo ao trabalho", ou "saindo do banheiro", talvez "ansioso pela prova de hoje".

Mas evoluiu, tal como blogs (a princípio, apenas um diário virtual), Flickrs (lembra do fotolog? Então, no começo era apenas para serem postados trabalhos fotográficos e virou books pessoais) e até o Facebook (não preciso contar a história, não é?).

Atualmente, é uma importante ferramenta de comunicação, disseminação de ideias, produtos e serviços. Basta ver que muitas empresas, inclusive a Happy Hour, utilizam a ferramenta frequentemente.

Happy Birthday from Happy Hour!

Postado em 03 de março de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Pode ser que a Sandy não tenha nada a ver com a marca de cerveja Devassa - e não tem mesmo. Mas o grande gol de placa do marketing da cervejaria foi justamente este: ao atrelar uma celebridade com a imagem de "casta" e "pura" para o seu marketing, a Devassa conseguiu o que muitas marcas querem - estar na boca do povo e das redes sociais.

É um baita case de PR stunt. Ou seja, uma pirueta publicitária feita para para ganhar mídia espontânea e gerar buzz (reforçado pelo serviço de assessoria de imprensa).

Sandy e Devassa: mídia espontânea na certa

O Twitter bombou com piadas sobre a Sandy. Os cadernos e sites de economia estamparam a notícia com destaque. As revistas semanais provavelmente falarão muito da campanha nos próximos dias. E, logo mais, a coisa toda vai virar "case de sucesso" em revistas de negócios e de comunicação. Bingo.

A marca já tinha trabalhado com o mesmo conceito quando contratou a "socialite" (ugh) Paris Hilton para o Carnaval do ano passado. Deu muito certo e eles resolverem repetir, indo agora para o outro extremo.

UPDATE

Vale a leitura do artigo do Luiz Felipe Barros. Será que a campanha está cumprindo os objetivos de vender e construir marca? "Para conseguir construir marca, uma campanha precisa reforçar os valores da marca, revelas sua essência e evidenciar quais atitudes a torna diferente de suas concorrentes. Nada disso é feito se a mensagem não é passada com credibilidade. O público precisa acreditar no que você está dizendo. E é nesse aspecto que eu questiono a escolha da Sandy como garota-propaganda da Devassa."

Postado em 01 de março de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Quer melhorar suas apresentações no PowerPoint? Melhor do que ler livros e artigos sobre o assunto, recomendo ver três apresentações matadores no SlideShare do Jesse Dee.

O que mais me chamou a atenção foi o seguinte:

  • Tenha título e slide de abertura matadores
  • Personalize de acordo com o seu público
  • Mantenha a coisa curta e leve e evite muita informação por slide
  • Coloque um "call to action" (compre, fale com a gente etc.)
  • Faça design e não decoração (tenha um padrão de cores)
  • Use BOAS imagens

Uma dica muito boa é a seguinte: antes de montar a coisa no PowerPoint, faça um esboço no Word mesmo e defina a estrutura da apresentação. Ajuda muito a clarificar as ideias e desenvolver uma sequência lógica. Demora, mas funciona melhor.

How To Be Awesome On Slideshare
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