Os erros mais comuns do e-mail marketing

Todos sabemos que a base de clientes e interessados em nossa empresa é um ativo de marketing formidável.

Contudo, parte considerável das empresas não se preocupa em relacionar-se com esta base e, quando se relaciona, muitas o fazem do jeito errado.

Valiosa, a base de clientes deve ser contatada com muito critério e sabedoria. Bastam alguns deslizes e pronto: a atenção que você tinha, não tem mais.

Preocupados com isso, levantamos os erros mais comuns ao se fazer campanhas de e-mail marketing ou newsletters.

Antes da lista, vale a pena dizer que, diferente da propaganda tradicional ou das mídias sociais, o e-mail é um canal extremamente valioso e pessoal. Muitas pessoas checam seus e-mails várias vezes por dia e não são poucos os que trabalham com a caixa de entrada aberta durante o período que passam na frente do computador.

Se usada da maneira correta e sem exageros, o e-mail é um dos canais mais eficientes para manter relacionamento e criar valor para o seu negócio.

Preparado? Vamos aos fatos!

Os erros mais comuns do e-mail marketing

Erro #1: oferecer apenas ofertas

Em primeiro lugar, ninguém quer receber APENAS promoções (a não ser, é claro, os assinantes de newsletters de sites de compra coletiva...). Chega um momento em que se cria uma saturação, uma overdose de ofertas e é aí que a taxa de abertura dos e-mails tende a despencar. Em segundo lugar, muitas empresas enviam apenas ofertas e, o que é pior, em formato de imagem. O que acontece? Muitos leitores de e-mail simplesmente BLOQUEIAM as imagens - e aí um abraço esforço de marketing. A solução é mesclar conteúdo em texto e imagens e ser interessante, sempre.

Erro #2: não oferecer conteúdo útil

Se sua empresa manda apenas ofertas, está desperdiçando uma chance enorme de construir relacionamento de qualidade. A dica é ser relevante e oferecer algo verdadeiramente importante para o seu cliente ou possível cliente – e saiba: existem milhões de formas de ser interessante. Cada contato via e-mail é uma oportunidade de gerar valor para a sua marca – mas também pode ser algo de pouca eficácia se você quer apenas empurrar produtos e serviços.

Erro #3: fazer SPAM

Do que adianta comprar um mailing com milhares de e-mails para disparar ofertas? Às vezes o resultado até vem – porém, é baixo e você pode sofrer efeitos colaterais e queimar a marca da sua empresa (e eu sei que você não quer isso). Além de ser deselegante (e ilegal, de acordo com a legislação), há dois problemas: esse tipo de mailing comprado costuma ser desatualizado e quem recebeu e por ventura abriu o seu e-mail jamais pediu para recebê-lo. A dica é construir a sua própria base e trabalhar em cima dela – com calma, sem afobação, com criatividade e a frequência certa.

Erro #4: usar um sistema arcaico ou o Outlook (ou similar)

Além de trabalhoso e chato, enviar sua newsletter ou e-mail marketing por um sistema arcaico ou pelo Outlook não te permitirá ver estatísticas como taxa de abertura e cliques (e até mesmo quem abriu e a que horas) dos materiais enviados, por exemplo. O segundo o problema (e talvez mais grave) é que o seu e-mail acaba indo para listas negras, se muita gente não abre o que você envia ou se os servidores considerarem seu e-mail um SPAM. Então, cuidado. Além disso, com um sistema profissional você pode criar, facilmente, várias segmentações com a sua base de dados.

Erro #5: não ter frequência

É muito comum: a empresa inicia, por si própria, o trabalho de divulgação, faz um esforço danado, mas o resultado não vem como o esperado – em geral, por que se cometeram muitos dos erros aqui expostos. A divulgação que seria a cada 15 dias vira mensal, depois não sai nem com reza brava. A construção de uma marca se faz com frequência e pertinência (além, é claro, de muitos outros fatores – como bons serviços prestados e preços). Então, é importante definir uma periodicidade e segui-la à risca.

Considerações finais

Relacionar-se com a base de clientes de forma frequente e relevante é uma das formas mais interessantes e baratas de se manter próximo de clientes e interessados em seus serviços e produtos. Pense sempre em como você pode ser relevante e útil ao seu cliente ou possível cliente. Pessoas têm o hábito estranho de valorizar quem os ajuda. Então... mãos à obra.

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