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Postado em 10 de março de 2010 por Carlos Eduardo Moura

O Ponto 1, fundado em 1978 e bar mais tradicional do distrito de Barão Geraldo (Campinas), renovou seu contrato com a Happy Hour Comunicação. A agência atende o bar desde março de 2008, quando assumiu com a missão de renovar a cara do bar. Uma série de ações foi desenvolvida - assessoria de imprensa, novo site (e desenvolvimento de uma newsletter mensal), novo cardápio, estudo de mercado entre outros.

O trabalho rendeu frutos, tanto que, na edição 2009/2010 da revista "Veja Campinas", o Ponto 1 foi eleito o melhor boteco da cidade.

Para 2010, a Happy Hour pretende construir um novo site para o bar, assim como um cardápio diferenciado. Iremos também intensificar a presença do bar nas redes sociais - utilizando o blog do bar, perfil no Twitter, Orkut e Facebook, além de newsletter mensal totalmente reformulada com as novidades da casa.

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Postado em 26 de fevereiro de 2010 por Carlos Eduardo Moura

Nei Paraíba nunca foi craque. Nem bom jogador era. No máximo, um atacante de mediana qualidade. Na campanha do acesso do Guarani, na temporada passada, o atacante - que veio do Oeste, de Itápolis (SP) - entrou algumas vezes e fez apenas dois gols em 38 jogos. É pouco? Sim, é pouco.

Ao fim da temporada passada, a diretoria bugrina decidiu pela não-renovação do contrato com o atacante. Friamente, os dirigentes raciocinaram e fizeram o "certo": atacante que não marca gols não fica no time. Certo? Errado. Muito errado.

Nei Paraíba era muito mais do que um simples atacante. Irreverente, brincalhão e famoso pelo seu penteado, aos poucos ganhou a torcida, que passou a usar uma peruca para homenageá-lo. (Aliás, cabe o paralelo com o jogador de basquete Anderson Varejão, que joga na NBA, no Cleveland Cavaliers, ao lado do astro Lebron James.)

Mais do que ter ganhado a torcida, Nei Paraíba era figura frequente no Globo Esporte, programa diário da Rede Globo - atenção, muita atenção às palavras-chave: Rede Globo, IBOPE, altíssima visibilidade à marca Guarani. No GE, o Bugre era sempre retratado positivamente, até pela campanha que fez, subindo para a primeira divisão. O Guarani ganhou muito destaque na mídia graças a Nei Paraíba ("O Deus do Amor", como era chamado no programa), mas também pelo time, claro, que correspondeu em campo e é famoso nacionalmente.

O apresentador Tiago Leifert até criou o "Troféu Nei Paraíba", dedicado a escolher o jogador mais bonito do Brasil. Então, era Nei Paraíba pra cá, Guarani pra lá. Eu, fosse diretor do time, adoraria ter Nei Paraíba no meu plantel, mesmo que na reserva e entrando poucas vezes em campo.

Pois bem. A diretoria bugrina não pensava assim e optou por não renovar o contrato do cabeludo. Nei Paraíba foi disputar a segunda divisão no Irã (sim, Irã), no glorioso Sanat Naft. E o Guarani? Parou de aparecer no Globo Esporte - atenção, muita atenção às palavras-chave: Rede Globo, IBOPE, altíssima visibilidade à marca Guarani - e pode ter perdido, com isso, alguns reais a mais em seu cofre.

Não sei se o Guarani tem departamento de marketing. Se tem, me parece totalmente errado que tenha deixado sua principal arma ser dispensada. E dizer que Nei Paraíba era sua principal arma no marketing não é nenhum demérito para o clube, já que ele, sozinho, não conseguiria nada. Sempre precisou de um clube forte e respeitado por trás - basta lembrá-lo nos tempos de Oeste, quando já era conhecido, mas não tinha toda a fama alcançada no Brinco de Ouro da Princesa.

Assim, casa-se o interesse da mídia (Nei Paraíba) com um produto de qualidade e já conhecido (Guarani). Hoje, no entanto, o Guarani não tem mais qualquer penetração na grande mídia nacional. Neste primeiro semestre, disputando a Série A-2 do Campeonato Paulista, está relegado à mídia regional. Somente a partir de maio, quando disputará a Série A do Campeonato Brasileiro, poderá voltar a ganhar destaque.

Mas marketing no futebol para quê, não é mesmo? O Guarani deve estar com os cofres cheios e um elenco recheado de craques. Não deve precisar disso.

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Postado em 18 de fevereiro de 2010 por Carlos Eduardo Moura

A R&B Automotivo, rede automotiva com duas lojas em Campinas, é a nova cliente da Happy Hour. A R&B surgiu em 1986 com uma loja em Barão Geraldio, distrito de Campinas. Em 2008, abriu sua segunda unidade, também em Barão.

A loja 1, parceira Michelin, é especializada em serviços rápidos, enquanto que a loja 2, parceria Bosch Car Service, executa serviços de maior complexidade.

A Happy Hour Comunicação cuidará da comunicação e do marketing da empresa, com estratégias de propaganda, produção editorial e assessoria de imprensa.

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Postado em 06 de fevereiro de 2010 por Carlos Eduardo Moura

O site da Happy Hour passou por uma profunda reformulação em seu layout e na arquitetura. Passamos a última semana trabalhando na parte técnica, no sistema de gerenciamento de conteúdo que roda "por trás" do site. Ainda estamos fazendo os últimos ajustes, resgatando conteúdo do site antigo, como clipagem, portfólio e posts do blog.

Até que todas estas questões não estejam 100% resolvidas, o blog ficará sem atualizações. Mas a nossa previsão é que até a segunda quinzena de fevereiro já esteja tudo resolvido.

Até lá, aproveite para dar uma olhada no site ou nos deixar uma mensagem.

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Postado em 12 de janeiro de 2010 por Carlos Eduardo Moura

A partir de janeiro, a Happy Hour amplia o contrato que mantém com o Grupo GSN, cliente da agência desde maio de 2008.

Além da assessoria de imprensa e produção editorial, a agência passará a alimentar com conteúdo os sites da empresas do grupo (Actuale e Templum) e desenvolverá um blog sobre sistemas de gestão da qualidade, com vistas a divulgar a ferramenta ISO Online, que será lançada pela Templum no início de fevereiro.

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Postado em 08 de janeiro de 2010 por Equipe Happy Hour

Estreou nesta semana no site LicitaMais, cliente da Happy Hour Comunicação, uma nova seção: LicitaMais Vídeos. A produção é mais uma parceria entre a Superlógica, que mantém o LicitaMais, e a Happy Hour. No primeiro vídeo, Carlos Henrique Cêra, diretor da Superlógica, é entrevistado por Carlos Eduardo Moura, diretor da Happy Hour Comunicação, e fala sobre o tema "DDA nos condomínios".

Confiram abaixo a novidade, que terá periodicidade mensal no site: LicitaMais Vídeos: DDA nos condomínios

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Postado em 08 de janeiro de 2010 por Carlos Eduardo Moura

A edição de janeiro da revista "Pequenas Empresas & Grandes Negócios" publica uma matéria com 10 maneiras de se fazer marketing por e-mail eficiente. Entre os tópicos, acredito que o mais importante seja a relevância. Sem relevância, nada feito. Segue abaixo a matéria completa.

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10 maneiras de fazer um marketing eficiente por e-mail

Marina Vidigal

Com uma comunicação dirigida e total possibilidade de personalização, um e-mail marketing bem-feito oferece alta taxa de retorno e ágeis mecanismos para mensurar as investidas. "A ferramenta é valio sa para empreendedores, uma vez que os colo ca em pé de igualdade com as grandes empre sas", diz Rodrigo Almeida, sócio da empresa especializada em comunicação digital Dina mize. Mas é preciso atentar para a qualidade das ações.

Listamos a seguir dez dicas, incluindo, por exemplo, a relevância das mensagens. Marcelo Miyashita, consultor e professor de marketing, tem experiência em e-mail marke ting. Ele montou a Rede do Bem, uma comuni dade cooperativa para indicação de vagas de empregos, usada também para a divulgação de seus cursos e de ações sociais. Quinzenalmen te ele dispara e-mails para 4.300 alunos. "Co mo divulgo vagas de emprego, a rede é relevan te para os cadastrados, que fazem questão de manter seus e-mails atualizados."

1. INVISTA EM SUA BASE DE E-MAILS De nada vale ter uma listagem enorme e irrelevante para o negócio. "Já tivemos mailing de 25 mil e-mails e não sabía mos nem o nome das pessoas", diz Maurício Renner, editor do site de tecnologia da informação Baguete. "Depois de constatar que muitas mensagens não eram sequer abertas, fizemos uma campanha de recadastramento e temos hoje uma base consis­tente de 8.700 assinantes."

2. ABRA UM CANAL PARA OPT-OUT Em todos os e-mails que enviar, disponibilize um link para descadastramento - caso contrário, a sua empresa corre o risco de fi car associada ao desrespeito e à prática de spam.

3. ACERTE NA FREQUÊNCIA A não ser que tenha autorização do cadastrado para envios mais frequentes, atenha-se aos e-mails quinzenais ou no máximo sema nais. O excesso de e-mails pode gerar uma imagem negativa.

4. SEJA RELEVANTE Analise os links clicados pelos destinatários para identificar grupos de interesse. Se houver tribos bem distintas, segmente sua base de contatos, de modo a criar e-mails efetivamente rele vantes para quem recebe.

5. POSSIBILITE A TROCA Não se restrinja a enviar men sagens. Apresente para o des tinatário um canal de aprofun­damento e interação, seja por e-mail, fone, site ou blog. Em si tes e blogs, disponibilize formu lários de cadastro e apresente a possibilidade de indicar amigos.

6. DOSE O TAMANHO DOS ARQUIVOS Não carregue os e-mails com imagens ou anexos pesados. Ca so queira disponibilizar arquivos grandes para o destinatário, gere um link que conduza a eles.

7. SEJA OBJETIVO Tenha títulos e mensagens ob jetivas. Seu e-mail concorre com várias outras mensagens - você tem poucos segundos para atrair quem lê.

8. DRIBLE O ANTI-SPAM Antes de liberadas pelos prove dores, as mensagens passam por filtros anti-spam. Existem pala vras ranqueadas em mecanismos específicos - se uma delas atin ge certa pontuação, é interpreta da como lixo. "Sexo", "Viagra" e links para o Orkut, por exemplo, alcançam muitos pontos. Em pe ríodos de programa Big Brother Brasil, "BBB" é um termo que também assusta. Antes de dispa rar várias mensagens eletrônicas convém testar o envio para en dereços de provedores distintos. Uma vez aprovadas, tudo OK para o restante do grupo.

9. INVISTA NO ENVIO Há empresas especializadas em envio de e-mail marketing. Elas têm pacotes econômicos para envios reduzidos, como mil mensagens mensais. O disparo "doméstico" costuma ser barrado pelos provedores.

10. MENSURE OS RETORNOS O e-mail marketing não é mero instrumento para divulgação. Trata-se de um modo de conhecer melhor o cliente e identificar suas preferências. Tome as mensurações feitas por empresas de e-mail marketing como formas para incrementar seu negócio. Você pode inclusive fazer testes, enviando diferentes mensagens para dois grupos e comparando os retornos obtidos.

CONECTE-SE DIVULGAÇÃO ON-LINE 10 maneiras de fazer um marketing eficiente por e-mail Marina Vidigal Com uma comunicação dirigida e total possibilidade de personalização, um e-mail marketing bem-feito oferece alta taxa de retorno e ágeis mecanismos para mensurar as investidas. "A ferramenta é valio sa para empreendedores, uma vez que os colo ca em pé de igualdade com as grandes empre sas", diz Rodrigo Almeida, sócio da empresa especializada em comunicação digital Dina mize. Mas é preciso atentar para a qualidade das ações. Listamos a seguir dez dicas, incluin do, por exemplo, a relevância das mensagens. Marcelo Miyashita, consultor e professor de marketing, tem experiência em e-mail marke ting. Ele montou a Rede do Bem, uma comuni dade cooperativa para indicação de vagas de empregos, usada também para a divulgação de seus cursos e de ações sociais. Quinzenalmen te ele dispara e-mails para 4.300 alunos. "Co mo divulgo vagas de emprego, a rede é relevan te para os cadastrados, que fazem questão de manter seus e-mails atualizados." 1. INVISTA EM SUA BASE DE E-MAILS De nada vale ter uma listagem enorme e irrelevante para o negócio. "Já tivemos mailing de 25 mil e-mails e não sabía mos nem o nome das pessoas", diz Maurício Renner, editor do site de tecnologia da informação Baguete. "Depois de constatar que muitas mensagens não eram sequer abertas, fizemos uma campanha de recadastramento e temos hoje uma base consis­tente de 8.700 assinantes." 2. ABRA UM CANAL PARA OPT-OUT Em todos os e-mails que enviar, disponibilize um link para descadastramento - caso contrário, a sua empresa corre o risco de fi car associada ao desrespeito e à prática de spam. 3. ACERTE NA FREQUÊNCIA A não ser que tenha autorização do cadastrado para envios mais frequentes, atenha-se aos e-mails quinzenais ou no máximo sema nais. O excesso de e-mails pode gerar uma imagem negativa. 4. SEJA RELEVANTE Analise os links clicados pelos destinatários para identificar grupos de interesse. Se houver tribos bem distintas, segmente sua base de contatos, de modo a criar e-mails efetivamente rele vantes para quem recebe. 5. POSSIBILITE A TROCA Não se restrinja a enviar men sagens. Apresente para o des tinatário um canal de aprofun­damento e interação, seja por e-mail, fone, site ou blog. Em si tes e blogs, disponibilize formu lários de cadastro e apresente a possibilidade de indicar amigos. 6. DOSE O TAMANHO DOS ARQUIVOS Não carregue os e-mails com imagens ou anexos pesados. Ca so queira disponibilizar arquivos grandes para o destinatário, gere um link que conduza a eles. 7. SEJA OBJETIVO Tenha títulos e mensagens ob jetivas. Seu e-mail concorre com várias outras mensagens - você tem poucos segundos para atrair quem lê. 8. DRIBLE O ANTI-SPAM Antes de liberadas pelos prove dores, as mensagens passam por filtros anti-spam. Existem pala vras ranqueadas em mecanismos específicos - se uma delas atin ge certa pontuação, é interpreta da como lixo. "Sexo", "Viagra" e links para o Orkut, por exemplo, alcançam muitos pontos. Em pe ríodos de programa Big Brother Brasil, "BBB" é um termo que também assusta. Antes de dispa rar várias mensagens eletrônicas convém testar o envio para en dereços de provedores distintos. Uma vez aprovadas, tudo OK para o restante do grupo. 9. INVISTA NO ENVIO Há empresas especializadas em envio de e-mail marketing. Elas têm pacotes econômicos para envios reduzidos, como mil mensagens mensais. O disparo "doméstico" costuma ser barrado pelos provedores. 10. MENSURE OS RETORNOS O e-mail marketing não é mero instrumento para divulgação. Trata-se de um modo de conhecer melhor o cliente e identificar suas preferências. Tome as mensurações feitas por empresas de e-mail marketing como formas para incrementar seu negócio. Você pode inclusive fazer testes, enviando diferentes mensagens para dois grupos e comparando os retornos obtidos.
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Postado em 05 de janeiro de 2010 por Carlos Eduardo Moura

Na parte 3, discutimos os principais tipos de blogs corporativos. Grosso modo, pode-se dividir os blogs corporativos em quatro tipos: o de mercado, o de relações públicas, o de recursos humanos e de suporte/educação. Cada empresa deve definir bem o escopo do seu blog, podendo inclusive fazer um mix. Mas, antes de tudo, é importante definir qual o objetivo do blog. Vendas? Ganho de marca? Gerar relacionamento?

Blog de mercado
No blog de mercado, a empresa cria um blog sobre o negócio onde atua e traz notícias relacionadas, artigos, pesquisas etc. O objetivo é tornar-se referência naquele assunto.
O blog pode ser declaradamente da empresa ou patrocinado por ela – neste último caso, deve-se tomar o cuidado de a empresa não ser citada freqüentemente, sob o risco de o blog ser considerado “comprado”.

Utilizações mais comuns:
- Falar do mercado onde a empresa atua, de forma ampla;
- Apresentar cases do mercado;
- Apresentar soluções:
- Indicar boas práticas de mercado:
- Apresentar novas tecnologias e processos;
- Recomendas eventos e publicações;
- Apresentar pesquisas de mercado.

Blog de relações públicas
No blog de relações públicas, o espaço é usado para falar diretamente da empresa e eventualmente do mercado onde atua. O objetivo é compartilhar experiências e interagir com clientes e possíveis clientes.
Neste caso, o blog deve trazer assuntos relacionados à empresa e ao seu mercado de atuação e pode (deve, aliás) ter uma linguagem mais informal.

Utilizações mais comuns:
- Divulgar e apresentar produtos e serviços:
- Divulgar e comentar eventos que a empresa participa;
- Apresentar resultados da empresa;
- Responder e citar feedbacks de clientes e parceiros;
- Divulgar cases de serviços executados pela empresa;
- Compartilhar desafios e experiências;
- Trazer artigos sobre o mercado.

Blog de recursos humanos
Tendo em vista os recursos humanos, o blog pode ser usado para facilitar a comunicação interna e/ou promover a integração entre colaboradores.
A linguagem usada deve ser informal e o blog deve apoiar a participação/interação do público interno, seja através de comentários, fóruns ou enquetes. Além disso, a empresa também pode estimular seus funcionários a produzirem blogs, como forma de aumentar a satisfação e a integração entre as pessoas.

Utilizações mais comuns:
- Divulgar eventos e projetos da empresa, como novos produtos, novos clientes, novos colaboradores etc.
- Reforçar valores institucionais da empresa;
- Recomendar notícias;
- Parabenizar aniversariantes;
- Organizar festas.

Blog de suporte técnico e educação
O blog pode também ser um excelente canal de suporte técnico e educação, trazendo conteúdo técnico e educacional, na forma de wikis, FAQs (perguntas mais freqüentes) e funcionalidades dos produtos/serviços.
No que toca ao atendimento, o blog pode trazer recurso de chat online e abertura de chamados, o que diminui custos de atendimento telefônico, por exemplo. Tem a vantagem de manter o conteúdo sempre online e atualizado, podendo ser pesquisado posteriormente pelo cliente ou pelo próprio suporte para resolver de forma mais rápida às solicitações. Além disso, humaniza o atendimento da empresa e mostra que ela é aberta ao cliente.

Utilizações mais comuns:
- Conteúdo educacional, como manuais de uso e dicas;
- Wikis e FAQs (perguntas e respostas);
- Fóruns de discussão;
- Chats;
- Responder reclamações publicamente

Na parte 4, discutiremos sobre a divulgação do blog de sua empresa.

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Postado em 23 de dezembro de 2009 por Carlos Eduardo Moura

A Happy Hour dá uma paradinha nesse final de ano e volta a atender normalmente a partir do dia 04/01/2010. Boas Festas a todos!

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Postado em 18 de dezembro de 2009 por Gustavo Hofman

Nos últimos tempos, a cultura cervejeira tem se estabelecido no Brasil com o merecido destaque. Cada vez mais o mercado tem investido nessa área, o que propicia aos apreciadores da bebida uma gama de variedades enorme. A própria produção nacional cresceu muito, com cervejarias artesanais como a Bamberg, Eisenbahn, Colorado, Backer, Shornstein e tantas outras que já podem ser encontradas até mesmo nas prateleiras dos principais supermercados.

Em Campinas, por exemplo, os bares também têm ampliado essa possibilidade de beber cervejas diferentes, especiais, gourmets, dos mais variados estilos.

Um dos clientes da Happy Hour Comunicação, o Ponto 1 Bar, já mantém há algum tempo um cardápio de cervejas especiais. E se engana quem pensa que a cultura cervejeira fica devendo para o vinho, por exemplo. Uma boa fonte de consulta é o site Brejas (www.brejas.com.br),  com vasto arquivo sobre tudo que você quiser saber sobre cerveja - além de guias, opiniões dos internautas e muito mais. Vale a pena mergulhar nesse ascendente mundo da cultura cervejeira e deixar para trás a velha história de que "cerveja boa é cerveja gelada". Você aprenderá que nem sempre é assim.

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