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Postado em 20 de janeiro de 2012 por Carlos Eduardo Moura

A Happy Hour Comunicação desenvolveu a nova identidade visual do Escritório Taquaral, de Campinas, um dos mais tradicionais e respeitados escritórios de contabilidade da região.

As peças já estão em nosso portfólio.

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Postado em 19 de janeiro de 2012 por Carlos Eduardo Moura

Produzimos, para a edição de janeiro do jornal informativo do Sescon Campinas, uma interessante entrevista com o economista Mailson da Nóbrega.

Segue abaixo a íntegra da entrevista.

Jornal do Sescon Campinas entrevista Mailson da Nóbrega

‘Há sinais de que caminhamos para uma redução do potencial de crescimento do país’

Mailson da Nóbrega é sócio da consultoria Tendências e foi ministro da Fazenda de 1988 a 1990, após longa carreira no Banco do Brasil e no setor público. Como ministro, presidiu o Conselho Monetário e o Confaz e integrou os boards do FMI, do Banco Mundial e do BID. Participa de conselhos de administração de empresas no País e no exterior e é colunista da revista “Veja”.

Para o economista, há sinais de que o Brasil para uma redução do potencial de crescimento, que, segundo ele, poderá voltar aos 3,5/4% da década passada. “Isso será o resultado da ausência de reformas do governo petista e de problemas de gestão, associados ao loteamento de cargos públicos na esfera federal”.

“Houve piora do sistema tributário e deterioração da infraestrutura”, afirma, em entrevista por e-mail ao Boletim Sescon Campinas.

De acordo com o economista, que já foi ministro da Fazenda e hoje é sócio da consultoria Tendências, o Brasil precisa atacar deficiências estruturais que retiram competitividade à indústria e inibem a expansão da produtividade e do potencial de crescimento. Ele cita dois gargalos: o sistema tributário e as deficiências de infraestruturais.

Nesta entrevista, Mailson fala também sobre o cenário econômico brasileiro, taxas de juros, inflação, independência do Banco Central e crise na Europa. Sobre o Brasil ter se tornado a sexta maior economia do mundo (passou à frente do Reino Unido), ele diz que é mais demérito deles do que mérito nosso.

O que significa o Brasil ser a sexta maior economia do mundo? É algo para se comemorar? Traz prestígio ao país?

A notícia de que o Brasil se tornou a sexta economia do mundo já era esperada. Como o nosso PIB se aproximou do britânico e cresce (ainda que pouco), enquanto o deles cresce menos ou até decresce, seria uma questão de tempo. Neste momento, é mais demérito do Reino Unido do que mérito nosso. A informação tem inequívoco efeito simbólico e pode melhorar a auto-estima de muitos, mas não traz qualquer resultado prático para os brasileiros, cujo nível de bem estar não se altera. Galgar a posição chama mais a atenção para o país e suas oportunidades, podendo ter algum efeito, ainda que mínimo, em decisões de investir por aqui. Do lado negativo, à medida que avançamos deixamos de nos beneficiar de programas de ajuda social dos países ricos, pois afinal já não nos credenciamos a receber esse tipo de apoio.

Quais as perspectivas do Brasil para esta década? Alguns economistas dizem que o país vai viver um grande boom de oportunidades – por conta das crises no mundo e eventos como Copa e Olimpíadas. O que espera para os próximos anos?

Há sinais de que caminhamos para uma redução do potencial de crescimento do país, que poderá voltar aos 3,5%/4% da década passada. Isso será o resultado da ausência de reformas dos governos do PT e de problemas de gestão associados ao loteamento de cargos no governo federal. Houve piora do sistema tributário e deterioração da infraestrutura. Esses dois fatores reduzem a eficiência da economia, conspiram contra a produtividade e inibem a competitividade de nossos produtos. Os investimentos associados aos eventos esportivos minimizarão essa tendência, mas dificilmente a reverterão. Infelizmente.

Quais os gargalos o Brasil tem de superar? Quais as reformas mais importantes?

O país precisa atacar suas deficiências estruturais, que retiram competitividade à indústria e inibem a expansão da produtividade e do potencial de crescimento. Dois dos gargalos mais relevantes já foram mencionados: o caos do sistema tributário e as deficiências da infraestrutura. Além disso, é preciso viabilizar a Previdência no longo prazo, mediante reformas que introduzam o limite de idade para a aposentadoria e revejam o inaceitável sistema de pensões por morte, o mais generoso do mundo. Modernizar a arcaica legislação trabalhista é outra necessidade. Isso sem falar na educação, cuja má qualidade é um dos principais desafios a enfrentar.

O Banco Central reduziu a previsão de crescimento do PIB de 2011 e para 2012. As taxas de crescimento ficarão abaixo da meta do governo. O que esperar para 2012?

Na situação atual, o PIB deve crescer 3,2% em 2012.

O alinhamento do Banco Central (BC) com o governo, no caso das últimas quedas nas taxas de juros, é algo que preocupa?

Há sinais de que o BC recebe orientação política para tomar suas decisões, mas isso é negado por seu presidente. É cedo para dizer se o risco existe. O teste poderá vir em 2013, quando tudo indica que a inflação se distanciará mais uma vez do centro da meta, ameaçando ultrapassar o teto de 6,5%. O BC teria, então, de começar um novo ciclo de alta na política monetária, já no início de 2013. Será o grande teste. Dilma e Mantega se conformarão? Como ficarão suas promessas de que a taxa de juros real iria para 2% até o fim do atual governo? Se o BC puder agir autonomamente para elevar a taxa de juros, estará confirmado o discurso da não interferência política. Caso contrário, Alexandre Tombini (presidente do BC) seria substituído por alguém definitivamente alinhado com o governo.

Como avalia o BC ter abaixado os juros, mesmo com inflação, em 2011?

Foi uma medida precipitada. O BC apostou em um cenário externo desastroso, que teria efeitos desinflacionários na economia brasileira. Bancos centrais não fazem apostas. O BC poderia ter feito uma pausa, como outros o fizeram, esperando que se definisse melhor o ambiente. Felizmente, o nosso BC está acertando, por razões distintas. É que o efeito das medidas que adotou no início do ano – alta na taxa Selic e medidas macroprudenciais – se revelaram mais fortes do que se imaginava. A desaceleração da taxa de inflação se deve a razões internas, mais do que à crise externa.

O corte de juros deve continuar em 2012? Ou o BC deve frear o corte se a inflação voltar a subir?

O BC conseguiu restabelecer a coordenação das expectativas, uma de suas principais funções. Havia uma dispersão inconveniente, resultado da surpreendente redução da Selic em agosto. Agora, os analistas estão convencidos da trajetória que o BC deseja para a taxa de juros. Menos mal. A maioria esmagadora acha que a Selic vai continuar caindo 50 pontos a cada reunião, até abril, quando estacionaria em 9,5%. O BC tem agora outro problema, o de convencê-los de que a inflação convergirá para o centro da meta, 4,5%, em 2012. Ninguém acredita nisso. É provável, como disse antes, que a taxa volte a subir em 2013.

Até que ponto a crise européia tem afetado o Brasil? O Brasil tem mercado interno para compensar isso? E no caso da desaceleração do crescimento da China?

Até agora, o efeito tem-se manifestado na redução do acesso de empresas brasileiras ao credito externo, mas nada preocupante. Nas projeções da Tendências, o Brasil não terá dificuldade em captar os recursos externos de que necessitará em 2012. Haverá uma sobra de algo como 25 bilhões de dólares. Se a China desacelerar muito em 2012, o Brasil sofrerá. Esse não é, todavia, o cenário mais provável. Admitindo-se que não haverá rupturas na Europa, a China pode crescer entre 9% e 10% em 2012, o suficiente para manter em nível elevado a demanda por commodities brasileiras.

Como avalia o ano de 2011 no Brasil, analisando o cenário econômico?

O PIB deverá crescer apenas 2,8%, a taxa Selic já está definida em 11% no fim do ano. No momento desta entrevista, ainda não temos o IPCA de 2011, mas é muito provável que ultrapasse a meta de 6,5% fixada pelo governo.

Quais os setores mais promissores da economia?

Se não houver uma catástrofe na Europa, os setores que mais crescerão em 2012 serão a construção civil, o varejo, o agronegócio, a mineração e o sistema financeiro, não necessariamente nessa ordem de importância.

Como avalia o risco inflacionário para 2012, com o mercado de trabalho aquecido?

A inflação de 2012 deverá ser inferior à de 2011. O mercado de trabalho aquecido deverá ser um fator importante para impedir a convergência da inflação para a meta. A projeção da Tendências é um IPCA de 5,4%, puxado essencialmente pelos serviços.

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Postado em 10 de janeiro de 2012 por Carlos Eduardo Moura

Todos sabemos que a base de clientes e interessados em nossa empresa é um ativo de marketing formidável.

Contudo, parte considerável das empresas não se preocupa em relacionar-se com esta base e, quando se relaciona, muitas o fazem do jeito errado.

Valiosa, a base de clientes deve ser contatada com muito critério e sabedoria. Bastam alguns deslizes e pronto: a atenção que você tinha, não tem mais.

Preocupados com isso, levantamos os erros mais comuns ao se fazer campanhas de e-mail marketing ou newsletters.

Antes da lista, vale a pena dizer que, diferente da propaganda tradicional ou das mídias sociais, o e-mail é um canal extremamente valioso e pessoal. Muitas pessoas checam seus e-mails várias vezes por dia e não são poucos os que trabalham com a caixa de entrada aberta durante o período que passam na frente do computador.

Se usada da maneira correta e sem exageros, o e-mail é um dos canais mais eficientes para manter relacionamento e criar valor para o seu negócio.

Preparado? Vamos aos fatos!

Os erros mais comuns do e-mail marketing

Erro #1: oferecer apenas ofertas

Em primeiro lugar, ninguém quer receber APENAS promoções (a não ser, é claro, os assinantes de newsletters de sites de compra coletiva...). Chega um momento em que se cria uma saturação, uma overdose de ofertas e é aí que a taxa de abertura dos e-mails tende a despencar. Em segundo lugar, muitas empresas enviam apenas ofertas e, o que é pior, em formato de imagem. O que acontece? Muitos leitores de e-mail simplesmente BLOQUEIAM as imagens - e aí um abraço esforço de marketing. A solução é mesclar conteúdo em texto e imagens e ser interessante, sempre.

Erro #2: não oferecer conteúdo útil

Se sua empresa manda apenas ofertas, está desperdiçando uma chance enorme de construir relacionamento de qualidade. A dica é ser relevante e oferecer algo verdadeiramente importante para o seu cliente ou possível cliente – e saiba: existem milhões de formas de ser interessante. Cada contato via e-mail é uma oportunidade de gerar valor para a sua marca – mas também pode ser algo de pouca eficácia se você quer apenas empurrar produtos e serviços.

Erro #3: fazer SPAM

Do que adianta comprar um mailing com milhares de e-mails para disparar ofertas? Às vezes o resultado até vem – porém, é baixo e você pode sofrer efeitos colaterais e queimar a marca da sua empresa (e eu sei que você não quer isso). Além de ser deselegante (e ilegal, de acordo com a legislação), há dois problemas: esse tipo de mailing comprado costuma ser desatualizado e quem recebeu e por ventura abriu o seu e-mail jamais pediu para recebê-lo. A dica é construir a sua própria base e trabalhar em cima dela – com calma, sem afobação, com criatividade e a frequência certa.

Erro #4: usar um sistema arcaico ou o Outlook (ou similar)

Além de trabalhoso e chato, enviar sua newsletter ou e-mail marketing por um sistema arcaico ou pelo Outlook não te permitirá ver estatísticas como taxa de abertura e cliques (e até mesmo quem abriu e a que horas) dos materiais enviados, por exemplo. O segundo o problema (e talvez mais grave) é que o seu e-mail acaba indo para listas negras, se muita gente não abre o que você envia ou se os servidores considerarem seu e-mail um SPAM. Então, cuidado. Além disso, com um sistema profissional você pode criar, facilmente, várias segmentações com a sua base de dados.

Erro #5: não ter frequência

É muito comum: a empresa inicia, por si própria, o trabalho de divulgação, faz um esforço danado, mas o resultado não vem como o esperado – em geral, por que se cometeram muitos dos erros aqui expostos. A divulgação que seria a cada 15 dias vira mensal, depois não sai nem com reza brava. A construção de uma marca se faz com frequência e pertinência (além, é claro, de muitos outros fatores – como bons serviços prestados e preços). Então, é importante definir uma periodicidade e segui-la à risca.

Considerações finais

Relacionar-se com a base de clientes de forma frequente e relevante é uma das formas mais interessantes e baratas de se manter próximo de clientes e interessados em seus serviços e produtos. Pense sempre em como você pode ser relevante e útil ao seu cliente ou possível cliente. Pessoas têm o hábito estranho de valorizar quem os ajuda. Então... mãos à obra.

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Postado em 06 de janeiro de 2012 por Carlos Eduardo Moura

(Antes tarde... do que nunca)

2012
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Postado em 20 de dezembro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Dei na semana passada uma entrevista sobre revistas corporativas à revista “Imprensa”. Seguem abaixo alguns trechos.

(...) Percebo de um tempo pra cá que as empresas, de um modo geral, vêm investido cada vez mais nos seus próprios canais de comunicação. É claro que existem exceções - muitas empresas ainda precisam da mídia de massa ou segmentada para chegar nos seus públicos.

Então, quando uma empresa investe no seu próprio veículo de comunicação, ela está investindo no relacionamento que já tem com o cliente. E, como todos sabemos, é muito mais fácil de vender algo (seja um serviço, produto ou apenas a marca) para quem já te conhece e já é ou foi seu cliente. Em vez de se investir muito dinheiro na procura de novos clientes, aqui a lógica é outra.

Quando uma empresa decide investir nesse tipo de comunicação, ela tem uma série de benefícios. O principal deles, na minha opinião, é a possibilidade de manter contato frequente com o seu público-alvo, com quem já foi seu cliente ou quem tem muito interesse no seu produto/serviço... Se o consumidor comprou uma vez, ele tem muito mais chances de comprar novamente e continuar comprando a vida inteira.

Outro benefício é a empresa se vender de um jeito menos marqueteiro. Em uma revista corporativa customizada, por exemplo, a empresa tem a chance de vender a sua essência e seus valores, através de reportagens que ilustrem aquilo, além de poder mostrar que domina o assunto. Conteúdo relevante dá significado e ajuda a construir a reputação de uma marca.

As pessoas estão cansadas de propaganda. Querem conteúdo interessante, relevante, útil. E, quando uma empresa oferece isso, ela se torna parte da vida da pessoa (e não só do “consumidor”). Esse é o grande desafio. Oferecer algo único, que seja relevante para o público-alvo - e não puro jabá.

Um veículo desse tipo também abre a possibilidade de conversar com o público-alvo e conhecê-lo a fundo. Quer coisa melhor? Você oferece um produto relevante e ganha atenção, respeito, confiança e feedback.

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Postado em 08 de dezembro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

A assembleia virtual para condomínios, da Superlógica, cliente da Happy Hour Comunicação em assessoria de imprensa, foi matéria de capa da revista "Portal dos Condomínios".

Veja o clipping: O futuro das assembleias

A matéria destaca como a assembleia virtual veio para ficar no mercado e está sendo usada cada vez mais por administradoras e condomínios Brasil afora.

Portal dos Condomínios

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Postado em 08 de novembro de 2011 por Arthur Pradella

Artes marciais proporcionam o equilíbrio necessário para suportar o estresse diário

Você acorda, vai trabalhar, almoça, volta ao trabalho, vai para casa, janta, talvez veja um pouco de televisão e vai dormir. No dia seguinte, a mesma história. Uma rotina tão estafante que tudo que você tem disposição para fazer no fim de semana é simplesmente ficar em casa. 

Essa rotina se torna tão automática que boa parte das pessoas acaba nem percebendo que sua vida está se resumindo a trabalhar. Depois de um tempo, a falta de outras atividades gera um cansaço tão grande que o próprio trabalho é afetado. Menos foco, menos atenção, menos produtividade.

Existe, entretanto, uma atividade ainda pouco utilizada por adultos que tem grande capacidade de proporcionar a paz que tanto o corpo quanto a mente necessitam para continuar funcionando adequadamente: as artes marciais.

Todas elas prezam fundamentalmente a harmonia e ensinam àqueles que escolhem aprendê-las que estar bem mentalmente é essencial para que o corpo tenha um bom desempenho. “Aprender uma arte marcial não é aprender a lutar. É infinitamente mais do que isso”, explica Valdir Cremasco, proprietário da Shaolin Kung Fu, de Valinhos. “Os alunos aqui aprendem acima de tudo a ter foco, disciplina e perseverança. Trata-se de evoluir fisicamente, mentalmente e espiritualmente”, diz. 

Foco, disciplina e perseverança. Precisamente as características mais afetadas em um funcionário cansado, insatisfeito e desmotivado. 

Atualmente, a esmagadora maioria dos praticantes de artes marciais são crianças e adolescentes, público ainda não atingido pela correria estressante da vida adulta. “Com o tempo, felizmente, mais e mais adultos percebem como as artes marciais podem ajudar tanto a melhorar a saúde física quanto a mental”, explica Cremasco.  

Apropriado a todos 

Ao contrário do que poderia se pensar, as artes marciais respeitam a limitação física de cada um mais do que quase qualquer outra atividade física. Crianças de oito anos, idosos com mais de 60, pessoas acima do peso, gestantes – qualquer um pode praticar, desde que submetido às devidas avaliações físicas. 

Em quase todas as academias, o esquema é o mesmo. Cada aluno pode treinar no horário que quiser (entre os que estão disponíveis para a modalidade escolhida) e quantas vezes por semana preferir. A primeira parte dos treinos é composta por atividades físicas aeróbicas e alongamentos. A segunda parte, do treinamento técnico. 

Nesta etapa, os alunos formam grupos de acordo com características semelhantes (mesma faixa etária e estágio de treinamento), um professor específico ensina movimentos novos e ajuda os que têm dúvidas. 

“Grande parte do treino é dedicado à evolução física dos alunos, mas cada um pode treinar no ritmo que achar melhor. Cada um tem que saber qual é o seu próprio limite”, conta Cremasco. A parte dedicada aos alongamentos não só auxilia na evolução muscular, mas também requer concentração. “Não basta puxar o pé até doer. Alongamento inclui foco, respiração, dedicação”, observa. 

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Postado em 31 de outubro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

A edição de 30/10/2011 da revista "Metrópole" (encartada junto ao "Correio Popular") trouxe uma edição especial, com 500 dicas de bares e restaurantes. Entre eles, o Ponto 1 Bar, cliente da Happy Hour Comunicação em assessoria de imprensa.

Ponto 1 na Metrópole

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Postado em 25 de outubro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

“Nossa crença é que nossa marca, nossa cultura e nossa fonte de informações são as únicas vantagens competitivas que teremos em longo prazo. Todo o restante pode e será eventualmente copiado.”

Este é um dos trechos mais fortes de “Satisfação garantida – No caminho do lucro e da paixão” (Ediouro), de Tony Hsieh CEO da Zappos, empresa norte-americana que vende sapatos, roupas e acessórios pela internet. O livro traz, em primeira pessoa, a história empreendedora de Tony e da Zappos, considerada uma das empresas que mais dão atenção ao atendimento ao cliente nos EUA.

Antes da Zappos, Tony criou uma empresa que cresceu de forma tão rápida que ele mal conhecia os rostos dos funcionários. Um dia, ele acordou e viu que não queria ir trabalhar. “Era o cofundador e ainda assim a empresa não era o lugar onde gostaria de estar”. Tanto é que decidiu vender a empresa (para a Microsoft).

“Fiz uma lista dos períodos mais felizes da minha vida e percebi que nenhum deles envolvia dinheiro. Havia decidido parar de correr atrás do dinheiro e começar a correr atrás da paixão”.

Tony Hsieh, CEO da Zappos

Com o dinheiro da venda, Tony criou uma espécie de incubadora para empresas nascentes. A principal delas era a Zappos, cujo negócio era vender sapatos pela web.

Com o estouro da bolha da internet, em 2000, a empresa passou por sérias dificuldades, com demissões e cortes. O foco, então, passou a ser atrair clientes que já haviam comprado.  “Mal sabíamos que era uma benção disfarçada, já que nos forçou a focar mais na oferta de um melhor serviço aos clientes”.

Mais do que produtos, a empresa passou a vender o conceito de felicidade. Entre as mudanças, atendimento 24h, frete grátis e devolução gratuita de produtos – o que cativou os clientes.

A idéia era: ao tratar bem o cliente, ele vai comprar de novo – e ainda vai indicar. Então, a empresa se preocupou em como atender da melhor forma e como surpreender positivamente seus clientes – e mantê-los para a vida inteira.

“Em acréscimo à tentativa de impressionar nossos clientes, nós também tentamos impressionar funcionários, vendedores e parceiros que trabalham conosco (e, no longo prazo, nossos investidores). Acreditamos que isso cria um ciclo virtuoso, e, em nossa visão, estamos fazendo do mundo um lugar melhor e melhorando a vida das pessoas”, diz Tony.

O livro é muito bom e eu recomendo fortemente a sua leitura.

Um tempinho atrás, eu escrevi sobre o culture book da Zappos, texto que também recomendo a leitura.

Valores da Zappos

  1. Entregue um serviço WOW;
  2. Adote e incentive a mudança;
  3. Crie diversão e um pouco de esquisitice;
  4. Seja aventureiro, criativo e cabeça-aberta;
  5. Persiga o crescimento e o conhecimento;
  6. Construa relacionamentos abertos e honestos;
  7. Construa um time positivo e espírito de família;
  8. Faça mais com menos;
  9. Seja apaixonado e determinado;
  10. Seja humilde.
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Postado em 21 de outubro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

A Victoria Properties, focada no segmento de centros comerciais para o varejo, lançou esta semana o VIC Center Santa Bárbara, novo shopping da cidade.

A Happy Hour Comunicação foi a responsável pela divulgação, via assessoria de imprensa, do projeto, que terá investimento de R$ 38 milhões. A primeira fase do empreendimento ficará pronta em dezembro de 2011 (com abertura da Maxxi Atacado, da rede Walmart) e a segunda fase em março de 2012.

João Sammarone (à direita), da Victoria, mostra maquete ao prefeito de Santa Bárbara, Mário Heins

O lançamento aconteceu na última terça-feira (18 de outubro), com presença do prefeito da cidade, Mário Heins, vereadores, o presidente da câmara e empresários da região.

Com 58 lojas (sendo 13 na praça de alimentação, com capacidade para até 300 pessoas), o VIC Center Santa Bárbara segue o conceito de “one stop shop”, onde o cliente pode fazer de uma vez só todas as suas compras. Serão duas lojas-âncoras: a Maxxi Atacado (da rede Walmart) e a loja de materiais de construção C&C. Além delas, já está confirmada a Cineplex, salas de cinema do Grupo Paris Filmes. O empreendimento espera atingir um público potencial de cerca de 500 mil pessoas da região, das cidades de Santa Bárbara d’Oeste, Americana, Sumaré, Limeira, Monte Mor, Nova Odessa, Rio das Pedras e Capivari.

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